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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

NOS CAMINHOS DO JAGUAR

"Pois a História, qualquer que seja ela, estará sempre repleta de lições para o porvir, uma vez que pode conter, latente, um conhecimento infinitamente mais sutil do que o costumeiro. Mas, em contrapartida, poderá também encerrar, tal como uma espécie de anátema, as mais solenes e graves advertências"

(Do nosso livro: EM BUSCA DAS CIVILIZAÇÕES PERDIDAS - Ediouro, 1986)

 

Mato Grosso do Sul, Região Central do Brasil. Mais um dos nossos estimados visitantes flagrou no céu a presença do tal misterioso astro na sua rota de aproximação com o nosso Sistema Solar!....

 

.... E já não há mais como negar ou sequer tentar esconder isso! A coisa torna-se bastante clara.....

 

.... Sempre ostentando o seu curioso, e no entanto muito revelador formato que lembra um disco alado....

 

.... O formato que desde a mais remota antigüidade era temido como sendo mais uma aproximação de um corpo celeste errante, denominado NIBIRU - um astro proveniente de uma estrela escura que a cada 3.600 anos através da sua órbita elíptica cruza o nosso Sistema Solar e cujo ponto máximo dessa aproximação está previsto para o vindouro ano de 2012!

 

E para aqueles que porventura ainda possam duvidar, alegando que isso se trate de "meros reflexos nas lentes das câmeras", aqui está a prova dos nove: um outro dos nossos estimados visitantes, residente na Cidade de Curitiba, Capital do Estado do Paraná, dessa feita uma região situada ao Sul do Território Brasileiro, nos remeteu uma seqüência de fotos dessa coisa que está surgindo nos céus. Note-se o perfeito formato circular desses astro, bem visível ao lado do Sol, provando assim que realmente se trata de um corpo celeste distinto e à parte, e jamais um reflexo nas lentes....

 

.... E nesse outra tomada, note-se a mesma conformação de um "sol alado" que ele logo adquire....

 

.... Um formato que aqui se torna ainda mais claro....

 

.... E agora adotando uma outra aparente posição junto ao Sol. Esse reflexo avermelhado poderia se tratar de um fenômeno conhecido na Astronomia como DEPLEÇÃO? Ou seja, fenômeno que ocorre quando os ventos solares interagem com a ATMOSFERA de um corpo celeste, como no caso de um cometa, por exemplo, provocando a sua cauda ou rastro, causando assim o tipo de volatização que surge em algumas fotos. E se for isso mesmo, uma depleção, significaria que tal OBJETO já estaria mesmo bem próximo.... Já no âmbito do NOSSO SISTEMA SOLAR!

 

Claro que essa posição adjacente ao Sol é apenas aparente. Na verdade, esse astro não se movimenta ao redor do Sol como possa parecer, mas sim, e devido à rotação da Terra, causaria essa ilusão de movimento. Esse astro está em rota de aproximação, e ao que parece já nas proximidades - ou talvez já dentro - do nosso Sistema Solar! O quê então de fato, seria isso, essa inquietante presença? O cumprimento de velhas profecias - ou quem sabe o cumprimento de eventos cósmicos estritamente científicos e já previsto desde muitos séculos, como também desde alguns milênios bem mais recuados, tal como foi o caso dos Sumérios e dos Egípcios?

 

Aliás, tal evento já fora também demarcado através do extremamente preciso Calendário Maia, dividido em ciclos de civilizações a cada 5.125 anos. Nele existem cinco Ciclos, terminando o último deles em 21 de dezembro de 2012. O Quinto Ciclo corresponde à nossa atual civilização e NÃO EXISTE UM SEXTO CICLO a partir dessa data. Muitos consideram que isso possa ser uma profecia, ou uma antevisão científica, relativa à ocorrência de grandes tragédias - justamente causadas pela passagem desse astro em 2012 ao cruzar o nosso Sistema Solar - tragédias essas que podem gerar o fim da nossa civilização na medida em que a conhecemos!

 

A civilização Maia ocupou grande parte da América Central, sendo notável pelas suas grandes construções de templos e pirâmides, além dos seus avançados conhecimentos de Astronomia e Mecânica Celeste. Nela oficiava uma, digamos assim, elite científica que conhecia a fundo o nosso Sistema Solar, assim como EVENTOS NÃO VISÍVEIS DESDE A TERRA, como também nomeava as constelações, prevendo com notável exatidão os movimentos celestes, eclipses e demais eventos cósmicos, mesmo que para épocas futuras e muito distantes do seu tempo!

 

A Civilização Maia continua sendo um estupendo enigma arqueológico, uma vez que abruptamente abandonou todas as suas imponentes cidades e templos, tendo todos os seus habitantes desaparecido sem deixar vestígios. Estima-se que "tudo" o que infimamente sabemos sobre ela represente apenas UM POR CENTO do que ainda resta a descobrir. Ainda hoje, em meios às selvas inexploradas da América Central, os aviões sobrevoam enigmáticas ruínas deixadas por aquele povo, situadas em locais onde os arqueólogos não conseguem chegar (foto) - ou, quem sabe, que muito possivelmente não haja o interesse de alguns setores em explorar.

 

Muito evidentemente, tal conhecimento altamente abalizado e estritamente científico dos Maias teria chegado de algum OUTRO lugar. E as pistas quanto a isso existem - são lógicas e bastante claras, muito embora alguns teimem em não reconhecê-las. Na Lousa de Palenque, por exemplo, é bastante evidente e expressiva a imagem de um personagem pilotando uma espécie de astronave. A Arqueologia clássica identifica tal personagem como sendo PAKAL, um antigo soberano daquele povo, quando, na verdade, esse relevo representa KUKULKAN, o Deus que viera do Céu, reinando sobre os Maias. Aliás, e não sem uma certa razão, o nome dessa escultura é mesmo: O ASTRONAUTA DE PALENQUE.

 

Faz sentido, pois essa enorme lousa de Palenque, pesando quase seis toneladas, era apenas a cobertura de uma tumba, aberta em agosto de 1952, contendo a múmia de um misterioso personagem totalmente divergente dos tradicionais padrões biológicos e étnicos do Povo Maia! Sua estatura era alta, mais de 2 metros, além de ser dotada de um crânio excessivamente alongado. A múmia estava toda recoberta em placas de ouro e orlada com a máscara em jade que você vê acima. Claro que logo foi classificada como sendo a múmia de um antigo rei maia, cujo nome era PAKAL. Mas por que chamaram tal personagem de "O Astronauta de Palenque"? A múmia que ali estava encerrada não era tipicamente maia. Seria, então, a múmia de um ser extraterrestre, um antigo "deus"? E por que não?

 

E nada demais nisso! As pirâmides, onde quer que se encontrem, são as "marcas" dos Antigos Deuses". E as Tradições Maias revelam que sob a pirâmide de Chichen-Itzá repousa UMA MÁQUINA PARA VIAJAR NO TEMPO E NO ESPAÇO, deixada pelos Antigos Deuses. Claro que ninguém se interessa em pesquisar isso, bem ao contrário, dando de ombros e alegando se tratar de "bobagens" ou "meras lendas". E mesmo que um dia qualquer um Arqueólogo mais ousado venha a descobrir tal máquina - evidentemente de natureza alienígena - tal descoberta, "em nome da Ciência e do conhecimento oficialmente estabelecido" será devidamente abafada. Aliás, essa pirâmide de Chichen-Itzá era considerada como um templo de KUKULKAN....

 

.... Um nome muito significativo que no idioma dos maias significava: "Serpente divina"! Precisamente os tais deuses serpentes que chegaram do céu, escravizando o povo e dele exigindo horrendos sacríficios humanos! Por sinal, o antigo nome de Palenque era NA CHAN KAN, literalmente significando - A CIDADE DAS SERPENTES!

 

Esse é o mapa da famosa Ilha de Páscoa - RAPA NUI como é conhecida pelos indígenas - Território Chileno, perdido em meio à vastidão do Oceano Pacífico e, portanto, situado a milhares de milhas da América Central onde viveram os Maias. Os pontos que você vê cercando toda a ilha são os MOAIS, portentosas e enigmáticas estátuas retratando misteriosas criaturas cujos olhares se voltam para o mar. São cerca de 593 dessas estátuas que, aliás, não se sabe feitas por QUEM e QUANDO - e muito menos COMO foram transportadas desde as pedreiras da ilha para as orlas, representando assim um outro estonteante e sobretudo muito embaraçoso enigma arqueológico....

 

Este é um típico MOAI, estátuas com mais de 20 metros de altura - pesando várias toneladas, além de profundamente encravadas no solo. Os nativos revelam nas suas velhas tradições que elas foram erguidas e transportadas em tempos muito recuados através de uma misteriosa energia dos deuses chamada MANA - possivelmente um artefato que neutralizava a força da gravidade. Mas QUEM teria utilizado tal avançado artefato em tempos tão recuados e distantes do esquecido passado terrestre?

 

Talvez a chave de todo o mistério esteja na própria ilha de Páscoa, que é chamada pelos nativos de "A Ilha dos Homens Pássaros" - estranhas criaturas retratadas em relevos pétreos por todos os lados, numa alusão à capacidade que detinham os antigos deuses que um dia estiveram por lá em poder voar! Na imagem acima, um desses chamados "homens pássaros" claramente ostenta um capacete! As tradições indígenas revelam também que nesses distantes tempos houvera uma sangrenta guerra entre os povos chamados Hanau-momoko (orelhas curtas") e os Hanau-eepe ("orelhas longas"), um conflito tão terrível que varreu toda a vida na Ilha de Páscoa.... Um conflito pela supremacia da Terra que, por sinal, é descrito por muitas outras antigas culturas, dando conta dos ferrenhos combates travados entre os Antigos Deuses e outros negativos e malévolos "deuses" que se apossaram do planeta.

 

Mas, o que teriam em comum a Civilização Maia e a remota Ilha de Páscoa? Teoricamente NADA. Porém, sabemos, na teoria, a prática é quase sempre outra! NA Ilha de Páscoa existe uma misteriosa praia, a única da ilha, coberta por densas camadas de nuvens 364 dias ao ano. Assim sendo, UMA ÚNICA VEZ AO ANO, essa praia, que se situa à beira de um vulcão extinto, se revela. Esse é o cenário de uma verdadeira "bomba" arqueológica, recentemente revelada através de um documentário do sempre corajoso The History Channel, denominado: A ILHA DO APOCALIPSE! (IMAGEM: © The History Channel)

 

E o personagem central dessa história é o brilhante Arqueólogo norte-americano Jim Turner, o autor de uma sensacional e inusitada descoberta, quando há 10 anos atrás explorava a Ilha de Páscoa, em busca da solução dos seus intrigantes mistérios.... (IMAGEM: © The History Channel)

 

.... Todavia, o maior dos mistérios de Páscoa ainda estava por ser desvelado. Certo dia, acampado nas proximidades o Arqueólogo levantou o olhar e viu diante de si um monumento insólito: - algo que decididamente não fazia sentido na solidão da remota Ilha de Páscoa!.... (IMAGEM: © The History Channel)

 

.... Um monumento que os seus experientes olhos de Arqueólogo logo identificaram como sendo... UM MONUMENTO TIPICAMENTE MAIA - algo que teoricamente jamais poderia ter estado ali, a mais de 4 mil quilômetros mar adentro dos conhecidos centros históricos daquela velha cultura mesoamericana! (IMAGEM: © The History Channel)

 

Sim, e não havia qualquer dúvida: - um colossal monumento contendo a representação de um enigmático personagem tendo ao seu lado a figura esculpida de um animal que lembra o JAGUAR - animal este também reverenciado pela Cultura Maia! (IMAGEM: © The History Channel)

 

Jim Turner intrigado com tudo isso, dedicou dez longos anos ao estudo da Cultura e das Tradições Maias, examinando outros documentos e registros de modo a tentar descobrir a exata razão daquele insólito monumento ter sido colocado exatamente ali, naquela longínqua Ilha de Páscoa, por sua vez sede de uma outra cultura muito mais antiga e desconhecida.

 

E foi precisamente no Códice de Dresden que encontrou uma das chaves que o levariam a uma fantástica dedução, obtendo assim uma outra fantástica resposta à suas indagações:

 

A resposta estava associada ao ASTRONAUTA DE PALENQUE e a um certo soberano maia que seria seu filho - um filho cuja tumba jamais foi encontrada pela Arqueologia clássica! E esse soberano desconhecido teria sido o responsável pela edificação do monumento na Ilha de Páscoa! Mas, com qual finalidade? Turner acredita que junto a esse monumento da Ilha de Páscoa, possa estar situada a tumba perdida desse misterioso soberano, cujo nome seria SHAMBALOU. Todavia, outras surpresas estavam ainda reservadas ao notável Arqueólogo:

 

Pois, precisamente em 13 DE NOVEMBRO DE 2012 (antes portanto do fatídico 21 de dezembro daquele ano), irá ocorrer um eclipse solar, o último eclipse do último ciclo de 5.125 anos dos maias - e os MAIAS PREVIRAM ISSO COM A COSTUMEIRA E ALÉM DE TUDO EXTRAORDINÁRIA PRECISÃO....

 

.... E esse eclipse, que pode ser o marco do final dos tempos, somente será visível a apenas UM GRAU acima da linha do horizonte. E Jim Turner descobriu que o exato local onde se situa esse monumento na Ilha de Páscoa, desde o seu topo, será O ÚNICO LUGAR DESTE PLANETA ONDE ISSO PODERÁ SER VISÍVEL!

 

E mais: - aos exatos 170 dias antes do eclipse solar, precisamente em junho de 2012, ocorrerá um outro raro fenômeno: o trânsito do PLANETA VÊNUS, formando um eclipse de menores proporções no céu - e os MAIAS TAMBÉM SABIAM DISSO, previram com notável exatidão! E da mesma forma, será desde o topo desse monumento da Ilha de Páscoa que esse fenômeno será plenamente observável! Os Maias também previram um alinhamento estelar com o centro da nossa galáxia em 2012, e Jim Turner acredita que desse monumento será possível observar os últimos eventos cósmicos do ciclo final, o ÚLTIMO DOS CICLOS DA NOSSA CIVILIZAÇÃO, aquele que se encerrará em 2012 - e que muito possivelmente, e segundo as crenças daquele povo, ensejará O RETORNO DOS ANTIGOS DEUSES! (IMAGEM: © The History Channel)

 

Mas, o retorno de QUAIS deuses exatamente? O nosso remoto passado conheceu histórias e eventos que não foram contados, antigos dramas que se desenrolaram sobre a face da Terra! Antigas disputas pela supremacia da Terra, representada por ferrenhos combates - enfim, uma velha luta dos deuses benevolentes contra o malévolos. E nesse particular, há mesmo algo estranho surgindo nos céus nos dias de hoje, e vai estar no seu ponto mais próximo da Terra em 2012! Nesse particular, as Antigas Tradições se reportam a NIBIRU, o astro errante e cíclico, trazendo no seu bojo a malévola raça dos Seres Serpentes, ou ainda REPTLIANOS, os quais em certas épocas periodicamente desciam ao nosso planeta escravizado Sumérios, Egípcios e os próprios povos da América Central - precisamente os Maias e os Astecas! Na imagem acima, a representação simbólica e figurativa da Antiga índia, cujos povos chamavam tais seres de NAGAS - um nome derivado de.... "Serpentes"....

 

.... Por sinal, os mesmo ANNUNAKI, ou REPTILIANOS, que assolaram a Antiga Suméria e que, da mesma forma, contribuiram para extinção da Civilizaçao Maia. Acima, uma ilustração do Códice de Dresden, mostrando uma oferenda de sangue aos tais "deuses serpentes". A imagem da ave decapitada é expressiva.

 

E nada parece ter mudado! Setembro de 2010: a notícia dá conta de que no México, em cerca de dois meses, nada menos que 300 caprinos surgiram misteriosamente degolados e sem sangue - decapitados por alguém, ou alguma coisa que ainda não foi identificada! Reptilianos, ou talvez os seus adoradores? Sim, alguns deles ainda estão aqui, e os sacrifícios de sangue de outrora continuam! Os mesmos deuses serpentes que, conforme as tradições e as velhas profecias, possivelmente - e em massa, retornarão em 2012 para definitivamente conquistar a Terra.... (FONTE: AOLnews)

 

.... Em contraposição aos benevolentes DEUSES DO JAGUAR, os quais, muito antes de uma antiga e deletéria invasão, também descendo à Terra, trouxeram a Luz do conhecimento, da Ciência, da Espiritualidade, da própria vida e dos progressos da civilização aos antigos ancestrais dos Maias - aqueles que viveram em uma proto civilização muito anterior a essa velha e secular cultura!

 

Mas, hoje, em meio à solitária vastidão do Oceano Pacífico, precisamente em uma longínqua e perdida ilha, as figuras pétreas do Jaguar e de uma enigmática estátua maia fitam o horizonte parecendo interrogar pelo amanhã. Os Deuses do Jaguar partiram, um dia se foram, mas prometeram retornar - retornar para combater as forças do mal e das trevas que lamentavelmente se abateram sobre uma Terra que eles tanto amaram e tanto protegeram! HOJE, uma ameaça se avizinha, novamente parece se fazer presente nos céus! E o Jaguar, altaneiro e vigilante, espreita. Nada é desprovido de lógica, nada acontece por acaso! E quem sabe, então, se a silenciosa mensagem da Ilha de Páscoa voltada para o horizonte não seja uma mensagem - uma mensagem também chegada do céu, de que talvez ainda nos reste uma esperança?

 

Agradecemos aos nossos estimados visitantes Marlene Cartier, Valéria Macedo, Tatiana Vianna, Adílio Jorge Marques, Márcio Claro do Nascimento e Flávio Carlesse pelas valiosas colaborações prestadas para a elaboração desta página

 

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