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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

ROCHAS ELOQÜENTES

"Que material, que cisne oco funde na areia sua nudez agônica e endurece sua luz líquida e lenta? Que raio duro rompe sua esmeralda entre suas pedras indomáveis até coagular o sal perdido? Terra, terra sobre o mar, sobre o ar, sobre o galope da amazona cheia de corais: adega amontoada onde o trigo dorme na tremulante raiz do sino: ó mãe do oceano!, produtora do cego jaspe e a dourada sílica: sobre tua pele pura de pão, longe do bosque, nada, a não ser tuas linhas de segredo, nada, a não ser o teu rosto de areia, nada, a não ser as noites e os dias do homem, mas junto à sede do cardo, lá, onde um papel enterrado e esquecido, uma pedra marca os fundos berços da espada e da taça, indica os adormecidos pés do cálcio".

(Pablo Neruda - Canto Geral)

 

As pirâmides, espalhadas por todas as partes do nosso planeta, sem qualquer dúvida dizem respeito a uma perdida civilização originária de um passado muito remoto, a qual deixou as marcas de sua passagem possivelmente nas suas antigas colônias. Ainda hoje, apesar de carcomidas pelo implacável passar do tempo, algumas "montanhas" muito suspeitas são simétricas em demasia para terem sido meros trabalhos da Natureza. Acima, vemos um exemplo bastante típico, situado em Montana, EUA.....

 

..... E não há como deixar de associar esse muito peculiar formato a tantos outros semelhantes espalhados pelo mundo, notadamente com a arquitetura das pirâmides maias, astecas e egípcias! Só que especificamente nesses casos não seriam pirâmides propriamente ditas, porém MONTANHAS INTEIRAS ESCULPIDAS SOB A FORMA DE PIRÂMIDES! O que, sem qualquer dúvida (e muito evidentemente), envolveu a utilização de uma tecnologia extemporânea, talvez ainda hoje não alcançada e disponível pela nossa moderna civilização!

 

Até mesmo aqui no Brasil, encontraremos um outro curioso exemplar, precisamente em Piúna, Estado do Espírito Santo. Não se sabe exatamente o porquê, mas o nome dessa montanha não é tipicamente brasileiro, tendo uma origem desconhecida e que se perde na noite dos tempos: precisamente Monte AGHA. Mas, por que essas montanhas assim esculpidas? A resposta pode ser bastante simples: MARCOS INDELÉVEIS, sinalização perfeita! O formato da pirâmide é inegável, bem peculiar; perfeitamente visível tanto por aquele que se aproxime pela terra, quanto pelo mar e.... Notadamente pelo AR!

 

E por falar em "noite dos tempos", essa antiga foto nos mostra um "emissário" bastante típico dessa misteriosa época. A Esfinge de Gizé, no Egito, ostenta fortíssimas evidências de que é muito mais antiga do que a Civilização Egípcia tradicionalmente conhecida. Ela é, na verdade, um marco dessa perdida civilização que as tradições chama de Atlântida, submergida através de um grande cataclismo em meio ao Oceano Atlântico, há cerca de 12 mil anos atrás. A Esfinge, aliás, é tida pela Tradição como um simbolismo essencialmente atlante!

 

Relatos e tradições, tudo encarado com ceticismo e rotulado como "lendas" pelos setores mais tradicionalistas. Mas recentemente a Cyprus Atlantis Expedition detectou através das suas sondagens efetuadas no fundo do Atlântico - precisamente onde teoricamente se situariam as ruínas desse perdido continente - não só essas enigmáticas estruturas, semelhantes a antigas muralhas submersas, como também, na parte superior, algo que nos lembraria uma colossal ESFINGE!

 

As profundezas do Atlântico certamente nos reservam inúmeras surpresas. Na foto acima, os restos de inegáveis e além de tudo colossais estátuas se fazem presentes. A da esquerda é simplesmente notável. Observe a foto com atenção, repare no detalhe do seu capacete, como também da sua mão.

 

E baseado nas imagens de um moderno sonar de alta definição, o pesquisador Dean Clarke em 2002 elaborou uma reprodução daquilo que, por sua vez, se esconde por sob as águas do Atlântico, já quase nas proximidades da península de Yucatán, América Central. É inegável a presença de suntuosas ruínas submersas, inclusive aquilo que também nos lembra uma enorme Esfinge, vista na lateral esquerda. Os tradicionalistas podem mesmo considerar tudo como meras lendas e tradições, mas os Astecas, os Maias e os Toltecas - antigos povos conhecidos da Mesoamérica - afirmavam que seus remotos ancestrais vieram de uma ilha paradisíaca situada ao Leste, conhecida como AZTLAN ou TÚLAN!

 

A região do Atlântico, aliás, também tem sido explorada com grande interesse pela NASA. Porque então fotografar áreas teoricamente vazias onde somente existiria o mar? Contudo, as fotos tomadas pelos seus satélites naquela vasta área marítima realmente mostram a existência de desconhecidas ruínas submersas - espalhadas por uma vasta extensão mar adentro e situadas a uma grande profundidade. A imagem acima torna-se altamente reveladora, não somente pelo fato de indicar a presença de estranhas edificações como também ostentar a nítida forma de um enorme TRIDENTE, visto à direita e realçado no correspondente negativo. Nesse particular, vale sempre relembrar que o Tridente era não somente um dos símbolos da Atlântida, como também o sinal sagrado da sua capital Poseidon. (FOTO: NASA)

 

E não há qualquer engano. O fato é que os mais diversos satélites observam com agudo interesse essas "curiosidades" submersas. Por que exatamente nesses pontos, se costumam desprezar algumas outras áreas oceânicas? (FOTO: © Google Earth)

 

É claro que tem muita coisa por trás disso. Muito mais do que possamos pensar! Mas, tanto nas profundezas do misterioso oceano quanto em terra, sabemos que um grande simbolismo se faz presente. Lembremos que na Baía de Pisco, na costa peruana, igualmente iremos encontrar o sinal de Poseidon apontando diretamente para o Planalto de Nazca - precisamente lá onde misteriosas figuras gravadas no solo árido e desértico sinalizam para o céu!

 

Não, Prezado Visitante; não há coincidências. A História oculta relativa ao passado do nosso planeta configura-se uma realidade. Muitos sabem disso, porém preferem esconder, ou simplesmente ignorar, de modo a não contrariar em demasia tudo aquilo que está solidamente estabelecido. Assim exatamente como nos tempos da famigerada Inquisição, e e mesmo diante das mais gritantes evidências, todos aqueles que ousam contestar os cânones oficiais são acusados de heresia, ou então de subverter a Arqueologia tradicional "desmoralizando todo um grande trabalho sério efetuado através dos tempos". A verdade, contudo, parece ser bem outra. Não esqueçamos que muitos arderam nas fogueiras pelo simples fato de contestarem as presunçosas (e além de tudo estapafúrdias) assertivas oficiais (e religiosas) de que "A Terra era plana e também o centro do Universo". Mas aqueles que SABEM, e no entanto negam, por vezes se traem deixando as suas pistas. Assim, por exemplo, porque motivo a própria NASA batizou uma das suas missões oficiais ao espaço sideral como ATLANTIS, o nome em Inglês para ATLÂNTIDA? Será porque SABEM que aquela perdida civilização um dia existiu e era, de fato, tão evoluída que as suas naves (diante das quais os nossos pesados e desajeitados foguetes não passam de meras "carroças") há milhares de anos atrás TAMBÉM ganhavam a vastidão do céu e igualmente viajavam pela maravilhosa vastidão do Infinito estrelado?

 

Mas quem eram eles? O quê ainda hoje esses sinais representam? Qual teria sido exatamente essa misteriosa raça que deixou os seus monumentos e seus rostos estampados nas eternas rochas para uma posteridade distante? Que profundos segredos oculta o nosso remoto passado? Por que certos setores fingem que não vêem tudo isso? (FOTO: © Alan Matthew)

 

Porém, até o mais profundo silêncio tem os seus sons. Assim, desde a noite obscura dos mais remotos e esquecidos tempos as pedras "falam" - verdadeiramente "gritam" através de uma linguagem silenciosa, porém extremamente eloqüente e muito reveladora, a qual somente aqueles espíritos mais lúcidos conseguem interpretar, tudo exatamente como o grande e iluminado poeta chileno já nos descrevera: (FOTO: Alan Matthew) - "Que material, que cisne oco funde na areia sua nudez agônica e endurece sua luz líquida e lenta? Que raio duro rompe sua esmeralda entre suas pedras indomáveis até coagular o sal perdido? Terra, terra sobre o mar, sobre o ar, sobre o galope da amazona cheia de corais: adega amontoada onde o trigo dorme na tremulante raiz do sino: ó mãe do oceano!, produtora do cego jaspe e a dourada sílica: sobre tua pele pura de pão, longe do bosque, nada, a não ser tuas linhas de segredo, nada, a não ser o teu rosto de areia, nada, a não ser as noites e os dias do homem, mas junto à sede do cardo, lá, onde um papel enterrado e esquecido, uma pedra marca os fundos berços da espada e da taça, indica os adormecidos pés do cálcio".

 

 

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