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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

DE UM OUTRO TEMPO E ESPAÇO

"Os arqueólogos têm alergia à água"

(Dr. J. Manson Valentine, Oceanógrafo, Arqueólogo submarino e descobridor da muralha de Bimini em 1968)

 

Felizmente nem todos os arqueólogos têm alergia à água! A existência da Atlântida tem sido objeto de muita controvérsia através dos tempos. De um lado, cientistas e pesquisadores sérios empenhados na busca daquela que seria a mais sensacional revelação arqueológica de todos os tempos e, de outro, os céticos que preferem encarar o assunto como uma mera lenda que se difundiu através dos tempos a partir dos relatos do filósofo grego Platão, cujo avô em viagem ao Egito obteve tal revelação dos seus mais elevados sacerdotes. Contudo, por todo o nosso planeta, as tradições dos mais antigos povos e também as das mais diversas culturas relatam uma grande tragédia que há vários milênios submergiu todo um continente destruindo uma fantástica civilização muito evoluída tecnologicamente. Não há nada demais em se afirmar isso, uma vez que a antigüidade do nosso planeta, sem dúvida, pode ter permitido a existência de várias culturas que desapareceram através dos tempos, muitas delas talvez até mesmo muito mais avançadas do que a nossa em termos de tecnologia.

 

Segundo a minuciosa descrição de Platão nas suas obras Timeu e Crítias, assim era a conformação das cidades atlantes, situadas em uma imensa ilha e dotadas de uma estrutura circular rodeada por uma vasta rede de canais. Platão nos deu ainda uma pista bem mais importante: o Império Atlante dominava toda a ilha e TAMBÉM VÁRIAS OUTRAS, bem como parte do continente. Isso confirma que a região das Bahamas e adjacências (em suma, toda a área do famoso Triângulo das Bermudas) eram de certo modo interligadas à parte mais ocidental do continente atlante.

 

Já não há mais como negar que o fundo do Atlântico guarda ciosamente no seu seio as ruínas de uma antiqüíssima civilização perdida. Hoje, o chamado "Muro de Bimini" tem sido objeto de pesquisas mais aprofundadas, as quais cada vez mais indicam e atestam a sua natureza artificial - obra, portanto, realizada por seres inteligentes.

 

Possivelmente parte de uma antiga e extensa muralha que há muitos milênios esteve na superfície, a simétrica superposição perfeitamente ajustada dos enormes e colossais blocos de pedra em Bimini evidentemente implicou na utilização de uma tecnologia muito além da nossa imaginação.

 

E para contrariar aqueles que comodamente insistem de dentro dos seus gabinetes refrigerados em afirmar que as pedras de Bimini são "meras formações naturais", vários restos de antigas e enormes colunas (foto) têm sido encontrados nas suas proximidades.

 

Sim, restos e mais restos de enormes colunas! E não há como negar essa gritante evidência: em tempos muito remotos aqui existiu uma civilização!

 

A pequena imagem do mergulhador quase que desaparece e se torna insignificante diante da magnitude dessa colossa estrutura - chamada por muitos de "Estrada, ou Muro de Bimini". Não há como atribuir isso a um mero trabalho da Natureza! As pedras foram cortadas, transportadas e perfeitamente ajustadas quando na superfície, isso em eras desconhecidas e nebulosas do nosso mais remoto passado!

 

E, por sua vez, além de muralhas de pedras, a ilustração acima nos mostra apenas uma parte daquilo que foi detectado pelos sonares da Advanced Digital Communications (ADC) na região do Atlântico, já nas proximidades de Cuba. Uma arquitetura imponente e simplesmente chocante! (IMAGEM: Dean Clarke, atlantisite.com)

 

E bem mais longe dali, aqui se situa o relevo rastreado por satélite do chamado Dorsal do Atlântico - uma vasta área submersa situada no Atlântico Norte, entre os continentes da África e da América do norte. Justamente aí teria se situado a Atlântida. Essa região, de fato, sofreu uma ruptura com o seu conseqüente afundamento há cerca de 12 mil anos. Assim, pois, tudo coincide com a antiga Tradição da queda da Atlântida!

 

Pois é! Embora alguns digam "não existe", que "é tudo uma simples lenda", as agências espaciais insistem mais do que nunca em bisbilhotar com os sempre eficientes olhos dos seus satélites essa estranha região. Como se pode notar na foto acima, a aproximação das lentes do satélite parece mostrar a existência de inúmeras ruínas..... Isso em meio à vastidão do Oceano Atlântico e longe de qualquer outra terra habitada!

 

A foto nos mostra uma edificação piramidal de Yucatán, México. Segundo a Tradição, a Pirâmide era uma das "marcas" da perdida Atlântida, já que naquele continente existiam dezenas delas, sendo a principal a Pirâmide Suprema, encimada por um poderoso cristal que captava e irradiava energia universal. Especula-se que esse poderoso cristal, mesmo depois de decorridos milhares de anos, de quando em vez entre em operação, sendo as suas irradiações as responsáveis diretas pelos estranhos fenômenos que ocorrem no famigerado Triângulo das Bermudas, tais como aberrações eletromagnéticas, nevoeiros esverdeados e, é claro, os incontáveis desaparecimentos de aeronaves, navios e seres humano, os quais inadvertidamente seriam transportados para outras dimensões do tempo ou talvez do espaço. Todas as pirâmides do mundo, portanto, representariam uma herança atlante - tal como uma emulação, uma lembrança, possivelmente edificadas pelos sobreviventes da sua submersão. Aliás, é bom lembrar que a pirâmide, a esfinge, como também o tridente são símbolos essencialmente atlantes.

 

Compare-se, por exemplo, o estilo bastante idêntico da pirâmide submersa que jaz muito distante nas profundezas do Atlântico, detectada pelo sonar do navio do Capitão Don Henry, com o estilo arquitetônico das pirâmides existentes na América central, estas "oficialmente" atribuídas aos maias.

 

Talvez obras de uma, ou VÁRIAS perdidas culturas que a habitaram em tempos remotíssimos, a nossa pequena Terra está repleta de outras antigas mensagens, elaboradas há muitos milhares de anos atrás e quase todas voltadas diretamente para o céu. Com a recente tecnologia dos satélites, cada vez mais essas mensagens surgem, provando assim essa grande verdade. Na foto acima, tomada por um satélite da ESA (Agência Espacial Européia) sobre a África do Sul, podemos ver, bem na área verde, todo o relevo montanhoso de uma imensa região moldado sob um inusitado formato que retrata um estranho animal, ou quem sabe uma bizarra criatura! (FOTO: especial cortesia do nosso estimado visitante Mariano Bressanin)

 

Observe com atenção o correspondente detalhe. Lembra um curioso tipo de esfinge! Observe o perfil do seu rosto, situado bem na parte superior.....

 

..... E eis a ampliação do detalhe para sua melhor visualização. A parte cinza parece conter um outro perfil, como que ambos se beijando. Como todos os demais inusitados monumentos pétreos espalhados por todo o planeta, você concordaria conosco que é tudo muito perfeito demais para se tratar de um mero acaso?

 

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