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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

OS ENTREABERTOS PORTAIS DA ATLÂNTIDA

"Na medida em que as investigações submarinas prosseguem, na área de Bimini, novos achados estão sendo constantemente revelados; por vezes, tais achados se perdem de novo, devido ao movimento das areias do fundo do mar, antes mesmo que as pesquisas possam der devidamente efetuadas.... Outras muralhas têm sido avistadas, bem no fundo das águas. Raízes de mangue, fossilizadas, retiradas da muralha de mais de 100 metros de comprimento, deram, na datagem pelo carbono-14, a indicação de 6.000 a 12.000 mil anos"

(Charles Berlitz - Mistério de Mundos Esquecidos)

 

Que no fundo do mar, precisamente na região onde se situa o assim chamado Triângulo das Bermudas, existem as inegáveis ruínas de uma perdida civilização, já não há mais qualquer dúvida. A princípio rejeitada pelos céticos como sendo meras formações naturais do relevo oceânico, as evidências cada vez maiores sugerem que essas ruínas se referem ao trabalho de uma cultura muito antiga e evoluída, a qual há muitos milhares de anos atrás esteve estabelecida na superfície, em terras que foram engolfadas por uma violenta catástrofe marítima que a tudo destruiu, causando assim a sua inevitável submersão.

 

A famosa Muralha de Bimini é um exemplo típico. Enormes blocos de pedras, pesando centenas de toneladas, foram cuidadosamente dispostas, em um alinhamento muito simétrico e por uma vasta extensão, tudo sugerindo, de fato, ter se tratado de antigas muralhas - justamente onde, segundo a Antiga Tradição, estaria situada uma parte da perdida Atlântida, o misterioso continente que assolado por uma tragédia sem precedentes foi tragado pela fúria do oceano há cerca de 12 mil anos!

 

E por vezes, quando existe uma rara calmaria no oceano, as límpidas porém profundas águas dessa região permitem vislumbrar os restos de antigas ruínas submersas - certas coisas bem estranhas, como é o caso dessa recente foto.

 

A ampliação do detalhe, bem como o seu correspondente negativo, permitem melhor observar aquilo que seriam as ruínas de uma antiga edificação circular. Seriam meras formações da Natureza, assim como alguns setores acreditam?.....

 

De maneira alguma! Veja ISTO: recentemente nessa área em que se convencionou chamar de Triângulo das Bermudas, essa fotografia aérea mostrou aos pesquisadores algo verdadeiramente surpreendente: uma colossal estrutura, obviamente artificial, que tem o nítido formato de um peixe! (FOTO: A.R.E. Expedition)

 

Essa outra foto, por sua vez tomada mediante tecnologia infravermelha, não deixa margens a quaisquer dúvidas: É MESMO UMA FORMAÇÃO ARTIFICIAL. Jamais a Natureza poderia ter feito isso! (FOTO: Raymond Leighs)

 

E aqui, uma outra tomada nos revela este outro ângulo do intrigante mistério. E, tal como afirma a Antiga Tradição, tudo isso evidentemente um dia fez parte de uma vasta porção de terras que submergiu. Portanto, cada vez mais os céticos perdem terreno, uma vez que modernamente estamos diante do exemplo de uma tragédia bem semelhante que não está muito longe de ocorrer: (FOTO: Ananda)

 

Estamos nos referindo à grave ameaça que paira sobre o território norte-americano, representada pelo colapso que poderá ocorrer a qualquer momento envolvendo a plataforma norte-americana e que poderá, violentamente e de um só golpe, submergir a Califórnia, São Francisco, Los Angeles..... E junto com esses Estados quase toda a região sudoeste dos EUA!

 

A chamada "Falha de San Andreas", assim como o nome bem o diz, é um enorme ruptura da placa tectônica em franca progressão que está situada exatamente sob essa região e que até mesmo já se faz visível (foto)! Segundo os cientistas, a qualquer momento (e isso em um prazo máximo de 30 anos) acarretará aquilo que eles chamam de "The Big One" ("O Maior de Todos") - o maior e o mais terrível terremoto de todos os tempos (acompanhado, é claro, de tsunamis), capaz fragmentar e de submergir quase toda a costa oeste dos EUA, matando milhões de pessoas e destruindo tudo! Tragédias como essas certamente já ocorreram muitas e muitas vezes durante a evolução planetária, inevitavelmente destruindo inúmeras civilizações e as mais diversas culturas, as quais nem sequer sonhamos que possam ter existido.

 

As insistentes lendas, bem como as mais antigas tradições - espalhadas por toda a face da terra e por todas as antigas culturas conhecidas - não passam da uma memória ancestral de um grande cataclismo, possivelmente desse mesmo tipo, que inapelavelmente varreu para o fundo do oceano uma vasta porção de terras habitadas. E com ela, certamente, inúmeras civilizações! Porém, essas mesmas tradições revelam que a Atlântida, por exemplo, possuía as suas colônias afastadas e situadas em diversos outros pontos do planeta. Há, também, relatos a respeito de sobreviventes dessa colossal catástrofe que a destruiu, estes forçosamente retornado a um estágio primitivo de sobrevivência que nem de longe espelhou a sua antiga pujança e a sua formidável tecnologia. Certas intrigantes ruínas espalhadas pelo mundo todo inegavelmente denotam que uma raça muito antiga as elaborou mediante recursos tecnológicos teoricamente impossíveis no sentido de serem obtidos na antigüidade conhecida. No território dos EUA, por exemplo, todos concordam que uma certa raça batizada como Anasazi, vinda sabe-se lá de onde, ali se estabelecera em tempos muito recuados esquecidos.

 

A imponência dessas vastas ruínas nos prova que essa desconhecida cultura era detentora de uma fantástica tecnologia - notável, muito principalmente, pela inexplicável desenvoltura com que extraía enormes blocos rochosos, elevava-os a grandes altitudes e também esmeradamente os trabalhava.

 

Além do mais, a simetria, a beleza arquitetônica das ruínas ditas Anasazis, não encontram a menor explicação dentro da lógica com que trabalha a Arqueologia tradicional.

 

Inobstante essa gritante constatação, muito comodamente certos setores atribuem essas espantosas ruínas aos povos indígenas que muito mais tarde se estabeleceram nas suas proximidades ou mesmo delas se utilizaram como moradias. Na verdade, sendo muito mais antigas, os ancestrais desses índios já as encontraram nos sítios em que se situam quando pela primeira vez lá chegaram.

 

Segundo o filósofo grego Platão, a Atlântida era um continente dotado de portentosas edificações, grandes canais, muralhas e enormes templos - habitada por uma raça muito evoluída que além de tudo se utilizava de metais desconhecidos. Havia palácios, torres e grandes cais. Seus relatos descrevem a configuração das edificações da sua metrópole conforme mostrado na ilustração acima. Repare agora a semelhança com as fotos das ruínas ditas Anasazi que mostramos mais acima. Que semelhança de estilo!

 

E além disso, seria trágico se não fosse cômico imaginar índios Navajos usando máquinas para cortar e trabalhar blocos rochosos pesando várias toneladas e até mesmo realizando verdadeiros prodígios de engenharia, tais como escavar profundos túneis na árida paisagem desses sítios arqueológicos atribuídos aos tais Anasazi. Note como esse túnel é nitidamente artificial.

 

Além disso, a tal cultura Anasazi (se é que o nome verdadeiro era mesmo esse) construía e habitava edificações VERTICAIS - guardadas as devidas proporções, tais como os nossos modernos edifícios! E sempre profundamente protegidas pelas rochas e postadas a grandes altitudes. Por sinal, ninguém sabe como esses blocos rochosos foram parar lá em cima nesses quase que inteiramente inacessíveis lugares. Portanto, de maneira alguma isso poderia ter sido obra dos primitivos povos indígenas norte-americanos, e muito menos ainda do seus remotos ancestrais, os quais nem mesmo sonhavam em possuir rudimentares ferramentas capazes sequer de emular uma pálida idéia de tais estonteantes prodígios.

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