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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

LUCAS TINHA RAZÃO!

"Ninguém depois de acender uma lâmpada a cobre com um vaso ou a põe debaixo de uma cama, mas a coloca em um velador, para que os outros possam observar luz. Pois, não há nada escondido que não se torne manifesto, tampouco há nada cuidadosamente oculto que nunca se torne conhecido, e nunca venha à tona"

(LUCAS, Cap. 8, Vs. 16/17)

 

Esse, como todos devem saber, é um clássico torpedo seguindo na direção ao seu alvo. Uma das mais eficientes e terríveis armas de guerra, ele é extremamente furtivo e letal. Atualmente, existem torpedos altamente sofisticados que além de não serem detectados já não mais precisam ser orientados para um alvo qualquer, e tal como fazem os mísseis ar-ar, ou ar-terra ou terra-ar, seguem o seu objetivo para onde quer que ele se movimente, ou tente escapar. Em suma, não há mesmo como fugir da sua devastadora precisão. Todavia, você, Prezado Visitante, deverá estar a essas alturas se perguntando: - O quê teria um torpedo a ver com o Realismo Fantástico e as matérias abordadas neste Site de mistérios?

 

Tudo a ver, meu Estimado Visitante! De vez em quando, e contrariando tudo aquilo que "eles" (os céticos, alguns ditos sábios e notadamente os prestidigitadores da verdade) solidamente estabelecem, surgem certas evidências que se assemelham a verdadeiros "torpedos" que os atingem, deixando-os desmascarados e sem quaisquer chances de contestação.

 

Pois é, e por falar nisso aqui está o nosso "torpedinho" número 1: - "Criaturas marítimas gigantescas? Isso não existe e nunca existiu. Conhecemos todos os espécimes desse planeta e podemos assegurar que são meras superstições de marinheiros ignorantes, velhos assuntos de lendas idiotas e puras baboseiras de alguns Sites sensacionalistas da Internet". Pois é! Então eles deverão agora "engolir" essa lula gigantesca, fotografada por cientistas japoneses em setembro de 2004 e somente dado ao restrito conhecimento dos meios científicos em setembro de 2005. E porque exatamente 1 ano depois? Até então, somente enormes carcaças desses animais davam às praias de todo o mundo e logo eram classificadas como "restos de baleias" ou "meras fraudes". Do tamanho de um ônibus, essa colossal criatura foi fotografada viva no seu habitat e a uma profundidade de 950 metros, ocasião em que ficou aprisionada à armadilha montada pelos cientistas japoneses sob o comando do Professor Tsunemi Kubodera, os quais queriam tirar a limpo a veracidade dessa "simples lenda".

 

Conhecidas como Architeuthis, essas criaturas foram, de fato, material para muitas lendas e relatos de devastadores ataques a embarcações, surgindo nos mitos gregos, na época das grandes navegações e ainda relatadas no clássico de Júlio Verne, 20.000 Léguas Submarinas. Agora ficou definitivamente provado que não somente elas existem como também são extremamente ferozes. Vendo-se sem meios de escapar da armadilha dos cientistas a colossal criatura, após lutar por cerca de quatro horas, não hesitou em amputar o seu próprio tentáculo, graças a isso conseguindo escapar. Tal tentáculo foi recolhido à embarcação dos cientistas (foto) e somente ele media 8 metros de comprimento - o equivalente à altura de um prédio com cerca de 3 andares!

 

Arthur Schliemann, notável arqueólogo, foi ridicularizado pelos cientistas da sua época, tornando-se alvo de infames piadas, devido à sua obstinação em localizar e encontrar as ruínas de Tróia, conforme descritas nos clássicos de Homero. Acreditava-se que Tróia e a sua aventura épica era apenas uma simples lenda, um mero fruto da imaginação daquele historiador grego.

 

Para tapar as ferinas bocas dos seus detratores, contudo, finalmente em 1876 Schliemann desenterrou não apenas os destroços da lendária Tróia (foto) mas também os esqueletos de personagens que o mundo considerava pertencentes aos reinos das fábulas, além de outros tesouros e utensílios que permaneceram soterrados por quase dois mil anos! Esse fato coroou a persistência e a determinação daquele pesquisador que antes de efetuar tal sensacional descoberta enfrentou o escárnio e foi exposto ao ridículo pela ciência oficial da época que o considerava apenas mais um visionário, ou talvez mesmo louco!

 

Os historiadores Homero e Heródoto, aliás, não eram meros romancistas. Eles deixaram para a posteridade fatos históricos - e além de tudo altamente relevantes, assim como as mais recentes evidências vieram provar.

 

Um desses fatos foi o relato referente à existência das Amazonas, as famosas mulheres guerreiras da antigüidade, descritas por Homero como as "Antianeirai", significando "aquelas que vão à guerra contra os homens", e por Heródoto como as "Androktones", ou "aquelas que matam os machos". Nos museus e nas ruínas gregas, por sinal, podemos ver uma infinidade de relevos e esculturas mostrando essa estranha raça de mulheres guerreiras. Notadamente nas ruínas do Parthenon, onde o mais expressivo desses relevos é denominado "Amazonomachy".

 

Heródoto narra os violentos combates que os soldados gregos tiveram que travar, nem sempre com muito sucesso, contra essa raça de ferozes mulheres combatentes.

 

Até mesmo na Epopéia do herói Teseu, os cruentos combates contra as mulheres guerreiras foram mencionados. Uma "lenda", de fato, deveras insistente.... Muito insistente para se tratar de um simples lenda!

 

Na foto, um vaso grego mostrando a cena de uma Amazona adestrando a sua montaria. Os registros dizem que elas adoravam os seus cavalos, e reverentemente os cremavam quando morriam nas batalhas.

 

Estranhamente, também nas ruínas do Império Romano encontramos referências - escritas e gravadas - a essas mulheres e aos encarniçados combates contra elas travados pelos legionários romanos.

 

O mais estranho ainda é que existem relatos históricos da presença dessas mulheres guerreiras até mesmo na antigüidade da América do Sul, espalhando-se desde o Peru até o atual território brasileiro!

 

Por durante várias ocasiões os conquistadores espanhóis, seguindo o curso do grande rio mais tarde batizado de Amazonas, tiveram que se defrontar mediante encarniçados combates com essa estranha tribo de ferozes mulheres, sofrendo em conseqüência enormes baixas nos seus contingentes.

 

Extremamente versadas na arte da guerra, além de hábeis montadoras, essas mulheres eram além de tudo belíssimas. Nada mau, não? Mas os relatos dizem que eram mesmo tão ferozes e impiedosas que algumas delas chegavam a amputar um dos seios para melhor utilizarem os seus arcos, dos quais partiam as certeiras e sempre letais flechas contra os seus inimigos. Mas os nossos prezados visitantes masculinos não devem muito se entusiasmar, pois, numa cruel emulação daquilo que acontece na Natureza com as abelhas-rainhas e algumas aranhas, quando capturavam os homens nos combates, escolhiam os melhores e os mais formosos exemplares apenas para com eles procriarem e depois disso os matavam sem a menor piedade.... Ou então os castravam para servirem como escravos! E quando nasciam seus filhos, os bebês do sexo masculino eram igualmente sacrificados e somente as meninas eram poupadas para se tornarem as novas Amazonas e dessa forma preservar a continuidade da raça.

 

Há um outro detalhe bastante curioso: estranhamente, desde a América do Sul até o Continente Europeu, todas elas eram LOURAS! A imagem acima, proveniente de um filme sobre o assunto, nos dá uma idéia de como eram as Amazonas.

 

Os relatos e as cenas gravadas dizem que elas usavam o arco e as flechas com destreza, além de espada, dos machados e dos escudos em forma de crescente. Adoravam Artemis, a virgem, deusa da caça, e Ares, o deus da guerra. Aliás, os relatos dizem que elas eram descendentes dos deuses Ares e Otrera. Na Grécia elas teriam chegado a invadir Ática, onde após sangrentas batalhas foram a duras penas derrotadas pelos exércitos gregos, talvez aí selando o destino e a decadência da sua raça.

 

- Isso não é possível! Lendas, lendas, nada mais do que simples e imaginosas lendas", dizem os céticos e os pontífices do conformismo. Ah é? Pois então aqui vai o nosso "torpedinho" número 2: Na foto você vê a brilhante arqueóloga norte-americana Jeannine Davis-Kimbal, PhD, que pode ser considerada com louvor a Schliemmann do século XXI. Estudando profundamente a saga das Amazonas, conforme relatado por Heródoto, ela em 1995 seguiu as pistas dessa misteriosa raça de mulheres guerreiras por vários países do mundo.

 

No Século 5 A.C, Heródoto escreveu que os gregos derrotaram as Amazonas na batalha de Thermodon, ocasião em que muitas delas foram feitas cativas. Durante a viagem no navio em que seguiam aprisionadas, o caráter guerreiro prevaleceu e elas mataram todos os seus captores, tomando o controle da embarcação. Contudo, uma tempestade as surpreendeu e foram ter em uma praia onde se defrontaram com um outro povo, os Scyths, estabelecendo a paz e algumas delas se unindo a este povo por laços familiares. Heródoto relatou que essa tribo de guerreiras nômades finalmente se deslocou e veio a se refugiar em um local que Jeannine descobriu estar atualmente situado ao sul da Rússia, próximo à fronteira com o Cazaquistão.

 

E foi exatamente seguindo as velhas pistas deixadas por Heródoto que Jannine e a sua equipe finalmente chegaram a um local denominado Pokrovka, dando início aos seus trabalhos de busca aos vestígios das famosas mulheres guerreiras da antigüidade!

 

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