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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

 

 

 

UMA LUZ NA ESCURIDÃO

Do nosso ebook: INSÓLITO, MISTÉRIOS DO CÉU, DA TERRA, DO ESPAÇO E DO TEMPO

 

As almas verdadeiramente viajam. De mundos para mundos, de existências para existências, passando por etapas que vão do denso ao menos denso, da matéria bruta ao espírito. Isso também taparia a boca dos céticos, que sempre questionam de onde viriam tantas e tantas almas que superpovoam o planeta. Elas são chamadas para os mundos em etapas evolutivas que lhes são mais congeniais, dos mais selvagens e hostis aos mais puros e evoluídos – de acordo com o merecimento, sempre perdendo pouco a pouco a matéria e ganhando gradativamente a verdadeira dimensão de alma. Existe sim, uma força superior que denominamos DEUS. E essa força já provou aos cientistas que está presente muito principalmente no momento da morte, quando é invocada.

 

Uma das mais belas e surpreendentes experiências foi levada a efeito nos EUA pela equipe do Dr. N. Jerome Stowell, precisamente em setembro de 1970, quando sensíveis gravadores aliados a um tipo especial de galvanômetro destinavam-se a medir o que exatamente ocorre no cérebro humano no momento da chamada morte. A pessoa escolhida, uma mulher em estado terminal, tinha poucos momentos de vida e se ofereceu para ser o alvo de tal experiência. O aparelho altamente sensível tinha sido calibrado através de uma potente emissora de rádio com potência de 50 quilowatt e que expedia as suas ondas para todo o planeta, quando então atingia nove pontos positivos na sua escala altamente precisa. O

 

s cinco cientistas deixaram a paciente à vontade nos seus últimos minutos de vida e quando monitoravam o experimento na sala contígua ficaram verdadeiramente perplexos ao ouvirem aquela mulher invocando o nome do Criador, pedindo perdão pelas suas faltas, reconhecendo Nele a maior de todas as forças e dizendo o quanto O amava. Neste momento a vida da mulher se foi e o ponteiro do galvanômetro encostou violentamente no seu ponto máximo positivo: na escala altamente precisa que marcava 500! O que em outras palavras significava que o cérebro daquela mulher que morria ao lado, sozinho e em comunicação com Deus, atingia mais que cinqüenta e cinco vezes o poder de emissão de uma potente estação de rádio que, com 50 quilowatt, irradiava as suas ondas para toda a Terra!

 

O que levou o dr. Jerolme Stowell a declarar, referindo ao impressionante potencial das ondas cerebrais humanas: - “Esse canal tem tantas nuances nos diferentes comprimentos de onda em cada indivíduo, separadamente, que cada cérebro é tão separado da identidade como as impressões digitais de cada um. Talvez elas sejam registradas no “paraíso” da mesma forma que o FBI pode guardar um arquivo das nossas impressões digitais em Washington D.C.

 

Mas o que de fato ocorre na chamada “morte”? Algumas pessoas já passaram por esse “portal para o desconhecido” e por motivos ignorados puderam retornar contando aquilo que sentiram, ou vivenciaram. Na maioria dos relatos, os que passaram pela morte clínica e voltaram, dizem ter vistos a si próprios a partir de um plano superior, como se flutuassem no ar. Escutavam perfeitamente o que se passava no ambiente e afirmaram ter visto um túnel de imensa luminosidade para o qual eram sugados. A sensação de paz e libertação fazia-se maravilhosa, tanto que não mais desejavam voltar ao mundo físico. E se o fizeram foi a contragosto! Alguns afirmam ter visto seres muito benéficos, ou até mesmo parentes e pessoas queridas que os precederam na morte, estendendo amorosamente as mãos para levá-los através do tal túnel. Parece que na transição (este é o nome mais apropriado) existe uma mudança de dimensão, ou plano. A freqüência elevadíssima da alma mesclar-se-ia, por assim dizer, ao Cósmico e nas suas mais sutis nuances vibratórias – algo assim como uma gota de água de volta ao oceano. Haveria um certo intervalo de preparação, ou espera, quando então a alma seria chamada de volta ao plano denso (ou menos denso) que lhe seja mais afeita, ou congenial. Nada portanto de dizer que do outro lado existem cidades, casas, comércios e outras coisas mais materiais do que espirituais, pois tudo isso é um contra-senso, verdadeira balela! Puras e muito sublimes formas de vibrações atuando em oitavas muito acima da nossa compreensão, nada mais que isso! E imaginem os benefícios que teríamos se a crença na reencarnação não tivesse sido sufocada pelos muitos interesses religiosos através dos tempos. Se cada um soubesse que aquilo que pratica terá implicações e será cobrado nesta mesma vida, ou talvez em um outra, sempre com a mesma intensidade, pensaria duas vezes antes de cometer uma iniqüidade ou um ato desonesto. Se todos soubessem que constróem precisamente hoje a sua vida futura e planejam com os seus atos os caminhos do porvir, velariam mais e mais pela evolução da própria alma e tudo fariam para passar aos planos mais puros do Éter Universal.

 

Enfim, quer queiram ou não os céticos, os materialistas e sobretudo os espertalhões, a reencarnação já é um fato provado pela ciência. E a cada dia que passa, quanto mais evolua a ciência de vanguarda mais novidades a esse respeito certamente virão. Lá nos outros planos, lá pelas outras dimensões com as quais sequer sonhamos, existem de fato entidades que amorosamente nos esperam. Viver, pois, a vida da maneira mais simples e natural possível; amar no mais santificado e puro sentido da palavra; jamais deteriorar e sobretudo honrar as tradições hereditárias e universais; e muito principalmente praticar o perdão e a misericórdia em toda a sua plenitude, serão as chaves para abrir os portais maravilhosos que inevitavelmente e um dia qualquer, nos esperarão após atravessarmos um túnel muito luminoso. Exceto, é claro, quando se trata dos suicidas – para os quais não existirá qualquer forma de auxílio no outro lado. Apenas um limbo desesperador (escuro e habitado por vibrações semelhantes e sofredoras), até que cumpram o seu devido tempo que, pelo fato de terem contrariado Supremas Leis, pervertida e temerariamente abreviaram ! Assim sendo, para as poucas almas racionais e ainda lúcidas em meio a toda esta loucura deambulatória que nos cerca, a ordem para o terceiro Milênio será praticar, ouvir com verdadeiros ouvidos e ver com os verdadeiros olhos,

 

 

 

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