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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

PORTAIS DO CÉU

"Os petróglifos encontrados no Brasil permitem supor que, provavelmente após uma relação com o Oriente Médio, ou talvez como resultado da herança de uma civilização ainda mais antiga, os hieróglifos antigos que foram descobertos neste país vieram a ser substituídos pelo alfabeto fenício"

(Coronel Percy Fawcett)

 

Que fim teria levado o Coronel do Exército Inglês Percy Fawcett, intrépido desbravador das selvas amazônicas - visto nesta antiga foto quando em uma das suas expedições que inicialmente começaram em território boliviano, resultando em um total de sete delas entre os anos 1926/1924? Fawcett foi mais uma das vítimas da "maldição" que parece pairar sobre a Amazônia Brasileira! Em 1925, quando procurava as ruínas de cidades atlantes - talvez ainda habitadas, conforme ele mesmo acreditava - desapareceu nas selvas do Brasil como que por encanto e sem deixar quaisquer traços juntamente com dois acompanhantes da sua confiança, lá pelas proximidades da Serra do Roncador. Há um enorme mistério naquela que foi a sua última expedição: o Coronel acreditava que as ruínas principais estivessem localizadas precisamente na posição 11° 30' Sul e 42º 30' Oeste. Porém, partiu de um local situado em 16º Sul e 56° Oeste, pretendendo posteriormente subir para 6° Sul e 37° Oeste, o que o levaria a inutilmente cobrir uma enorme distância. Portanto, um erro crasso em matéria de geodésia - o que não era o caso de Fawcett, uma vez que era um militar altamente experiente nessa especialidade. Porque então essa divergência? Nunca o saberemos, mas uma coisa é certa: decididamente não se tratou de um mero acaso. Fawcett sabia exatamente o quê procurar e precisamente onde! Procurava, sim, uma velha cidade, a cidade perdida dos Adoradores do Sol, irmã de Tiahuanaco (Bolívia), Machu Pichhu e Cuzco (Peru), Tebas, Menfis (Egito), e também de muitas outras espalhadas pelo mundo - todas elas com um laço e um parentesco eminentemente comum que, conforme todas as pistas que possuía, as remetia à perdida Atlântida!

 

Fawcett trabalhava sob os auspícios da Sociedade Geográfica Real e trazia até recomendações da própria Rainha da Inglaterra. Inicialmente, foi avisado dos riscos que correria em meio à selva hostil e até mesmo recebeu uma oferta do Marechal (do Exército Brasileiro) Cândido Rondon (foto) uma autoridade em selvas, prontificando-se a acompanhar a sua expedição de modo a eventualmente protegê-la. Mas Fawcett estava obstinado e ignorou todos os avisos, até mesmo do então Presidente da República do Brasil, Arthur Bernardes, informando-o que não abriria mão do seu objetivo: "a expedição era unicamente inglesa" e deveria ser composta apenas por três pessoas - ele, seu filho Jack e um amigo cujo nome era Raleigh Rimmel. Diante dessa teimosia e também das irrecusáveis altas recomendações das quais era portador, o Presidente Arthur Bernardes utilizou o tradicional e bastante antigo "método Pilatos", isto é "lavou as mãos", autorizando o Coronel inglês a se embrenhar nas selvas por sua exclusiva conta e risco. Obtendo finalmente aquela autorização em caráter oficial, deu início à sua aventura nas selvas hostis e desconhecidas. E muito possivelmente dava coordenadas errôneas dos seus verdadeiros objetivos, de modo a não ser seguido.

 

Muitas especulações resultaram do seu intrigante desaparecimento - o que aliás também aconteceu ao seu filho Brian algum tempo depois quando pretendia localizá-lo. Em uma carta enviada à sua a esposa, precisamente em 29 de maio de 1925, Fawcett afirmava estar prestes a entrar naquilo que classificou como "território inexplorado". E então sabe-se que continuou a sua jornada para o leste, precisamente em direção de um rio denominado Culuene, afluente do Xingu, e daí por diante desapareceu sem deixar vestígios. Em 1928, uma expedição britânica de resgate, sob o comando do oficial da Marinha Real, Comandante George Miller Dyott, seguiu a última rota conhecida de Fawcett, porém teve que retornar devido aos intensos perigos encontrados e notadamente aos confrontos travados com índios hostis que impediam o seu progresso. De alguns outros índios, porém, recebeu a informação de que um estrangeiro tinha sido morto lá por aquelas bandas, mas nada foi encontrado. Isso, contudo, nada significava, uma vez que vários "estrangeiros" no linguajar dos silvícolas - ou seja, caçadores, seringueiros, mineradores, simples curiosos, turistas desavisados, e outros "visitantes" tais como contrabandistas e traficantes de drogas - foram e ainda são impiedosamente eliminados pelos índios hostis da Amazônia. Precisamente em 1951, e portanto 26 anos depois daquele insólito desaparecimento, uma expedição oficial do Governo Brasileiro, sob o comando do sertanista Orlando Villas Boas, contactou em uma região afastada do Estado de Mato Grosso os índios da tribo Nanhuquá e estes então o guiaram à aldeia de outra tribo, os Calpalos, os quais lhe mostraram o local aonde fora sepultado há muitas luas um "explorador branco", por eles massacrado juntamente com mais dois outros (foto).

Esta foto oficial daquela expedição, nos mostra a totalidade dos restos mortais recolhidos naquela sepultura, apenas de um homem e supostamente atribuídos ao Coronel Percy Fawcett. Tal descoberta foi imediatamente divulgada, tendo causado enorme sensação, mas....

 

...... A solução do intrigante mistério ainda estava muito longe de ser encontrada! Exames posteriores, efetuados na arcada dentária, revelaram que absolutamente não se tratava do esqueleto do Coronel inglês, no que os próprios ingleses concordaram! Aliás, esqueletos como esses devem existir até mesmo nos dias atuais, e às centenas, naquelas selvas perigosas e hostis. E além de tudo não poderia mesmo se tratar dos restos mortais de Fawcett. Ele seguiu um caminho totalmente oposto, baseado em registros arqueológicos consistentes e certas ruínas que pareciam formar uma curiosa trilha na direção da espessa selva que envolve o Xingu. Procurava homens brancos, remanescentes de uma perdida civilização em meio selvas brasileiras e também as suas cidades onde brilhavam as "luzes eternas", o que aliás ainda corresponde às velhas tradições dos silvícolas que falam de uma certa Matatu-Araracanga - Ou "A Cidade dos Telhados Resplandecentes" - possivelmente a tão sonhada Eldorado que os conquistadores espanhóis tanto sonhavam encontrar. Convém que se saiba que em 1601, o explorador Bario Centenera, por sua vez, descreveu o encontro nessas selvas de misteriosos monumentos encimados por um pilar (ou obelisco) com quase oito metros de altura onde "no cume existia uma grande lua que iluminava todo um lago com o seu clarão". De qualquer modo, ninguém ainda conseguiu chegar vivo até lá. Muitos tentaram, mas além de uma certa maldição, os índios são os severos e implacáveis guardiães das terras tabus e proibidas, pertencentes única e exclusivamente aos "antigos deuses"!

 

Sim, Fawcett, Raymond Maufrais, Marcel Homet, Ladislau Neto e tantos outros arqueólogos e exploradores estavam com a mais plena razão: por todo o imenso território brasileiro, de Norte a Sul, despontam os antiqüíssimos traços de uma avançada cultura que em tempos imemoriais e esquecidos habitou estas terras, muito provavelmente tendo vindo de um outro continente - quem sabe a lendária Atlântida! E os mais estranhos hieróglifos e símbolos marcam essa presença. Na foto, mais uma visão do enorme painel de Itacoatiara do Ingá, no Estado da Paraíba, contendo caracteres em relevo e altamente elaborados jamais vistos em qualquer outra parte do planeta. Foram produzidos por uma misteriosa raça há muitos milhares de anos atrás......

 

...... E todos esses caracteres desconhecidos acham-se profundamente escavados, de ponta a ponta, em um único bloco rochoso! E certamente contam uma história, uma saga muito antiga que infelizmente se perdeu no tempo!

 

Uma saga que certamente envolveu antigos visitantes, ou quem sabe grandes iniciadores - criaturas que não eram deste planeta e que igualmente foram retratadas pelos misteriosos e milenares artistas de Itacoatiara do Ingá!

 

E aqui, repleta de misteriosos caracteres alfabéticos, além da figura de um estranho e muito antigo personagem, a chamada "Pedra de Diamantina" - descoberta na região do mesmo nome, situada no Estado de Minas Gerais.

 

E voltando ao Nordeste do Brasil, temos as famosas "Sete Cidades de Pedra" - precisamente em Piracuruca, Estado do Piauí - um enigmático sítio arqueológico que, conforme o nome bem o diz, foi erigido há muitos milhares de anos em sete áreas distintas e cada qual mais surpreendente do que a outra! Na foto, um imenso rosto de pedra ergue-se altaneiro em meio a essas antigas ruínas.

 

E os monumentos dessas Sete Cidades são, na maioria das vezes, compostos por uma surpreendente superposição de pedras cuidadosamente elípticas, como se tivessem sido cuidadosamente trabalhadas.....

 

..... as quais, por sua vez, formam curiosas figuras - tal como esta, batizada de "A Tartaruga".

 

E certos setores mais radicais ainda têm a coragem de afirmar que tudo isso é "uma simples obra da erosão"! Para derrubar, porém, os seus pífios argumentos, por todos os lados das chamadas Sete Cidades, muito embora pouco divulgados, existem os inegáveis vestígios da mão e também da arte do homem (Foto)!.....

 

...... Como também misteriosos petróglifos, dotados de cores ainda marcantes, os quais de maneira sempre insistente foram correlacionados a um simbolismo evidentemente cósmico!!!

 

E também ao Sul do território brasileiro, existe uma outra curiosa e além de tudo bastante intrigante "cidade de pedra". Trata-se das ruínas de Vila Velha - situadas em um parque do mesmo nome, a 84 quilômetros de Curitiba, capital do Estado do Paraná. Ali, estranhas formações rochosas receberam oficialmente os nomes de "Noiva" (foto), "Taça", "Navio", "Camelo", "Pássaro", "Leão" ,"Muralha", Cabeça de Gorila", "Baleia", "Gavião", "Cidade Ciclópica", "Tartaruga", "Urso", "Farol", e assim por diante. De acordo com os estudiosos e a explicação oficial fornecida aos turistas, "são meros trabalhos erosivos causados há cerca de 4.400 anos, quando aquela região teria sido um lago glacial e uma catástrofe terrestre fez nascer essas bizarras formas". Porém os antigos índios do local tinham uma outra opinião: Itacuretaba (que literalmente significa "CIDADE EXTINTA DE PEDRA"), era o nome ancestral daquela região escolhida pelos REMOTOS HOMENS para ser uma nova "terra dos homens". Por vingança de Deus, um terremoto varreu toda a planície e a fúria divina fez convulsionar o solo, quando toda a região foi destruída, trazendo em conseqüência a morte do seu povo.

 

Este outro enorme monumento de Vila Velha, que mais apropriadamente lembra uma esfinge, é o chamado "Leão". Não é mesmo surpreendente? E que raios de "erosão" mais inteligente e tão sensível teria sido mesmo essa?

 

A região, aliás, parece até que foi bombardeada em épocas muito recuadas! Existem nas proximidades as imensas "furnas" - profundas depressões que se dirigem ao subsolo. Na maior delas, a imensa cratera foi tomada por uma lagoa ainda inexplorada, a chamada "Lagoa Dourada", pelo fato de as suas águas realmente brilharem através de uma bela tonalidade áurea. (Ilustração: folheto oficial do Parque Estadual de Vila Velha). Note-se, à esquerda, a reprodução de um outro enorme rosto de pedra existente no local!

 

O Brasil é por si próprio um imenso, riquíssimo e ainda totalmente inexplorado repositório arqueológico - talvez um dos maiores do planeta. Os vestígios das perdidas civilizações estão espalhados por todos os lados. Basta apenas e tão-somente procurar! Na foto, Gary Vey, editor da excelente revista do Gênero Realismo Fantástico VIEWZONE MAGAZINE - Um notável explorador e desbravador moderno, que na sua incansável luta em busca da verdade tem dispendido todo o seu tempo em percorrer os mais diversos países do mundo, na procura, e principalmente na corajosa divulgação, dos vestígios dessas perdidas e muito antigas culturas, as quais muitos setores comodamente se recusam a admitir.

 

Gary também esteve aqui no Brasil e teve oportunidade de fotografar esses inegáveis vestígios. Na foto acima, de sua autoria, estranhos petróglifos repletos de simbolismos cósmicos - tais como espirais e estrelas. À direita, um estranho sinal que lembra um âncora! Um sinal atlante?

 

E nesta outra foto de Gary, você vê em destaque, à direita, as silhuetas de duas estranhas criaturas e também a marca da mão do antigo artista. Porém isso não é tudo: olhe esta foto com mais atenção e terá então uma enorme surpresa.....

 

.... Vamos então rotacioná-la e colocá-la também em negativo. Eis então a grande surpresa: o relevo de uma espantosa criatura - obviamente um milenar visitante alienígena!!!

 

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