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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

DE VOLTA À OPERAÇÃO PRATO!

"E conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará"

(João, Cap. 8, Vs. 32)

 

Não se pode mesmo negar aquilo que é evidente e, portanto, inegável. Desde muito tempo os nossos céus são percorridos, vigiados e ostensivamente cruzados por estranhas máquinas dotadas de uma tecnologia muito além da nossa compreensão atual. Não há sequer um país deste planeta que não tenha sido sobrevoado por esses aparelhos misteriosos, conhecidos como OVNI - "Objetos Voadores Não-identificados", UFOs - "Unidentified Flying Objects", ou ainda MOCs - "Misteriosos Objetos Celestes"!

 

E os seus misteriosos tripulantes obviamente preferem as regiões mais afastadas e inóspitas do nosso planeta para lá realizarem as suas investidas e promoverem as suas sempre obscuras atividades. Nesses lugares não existe a Imprensa, a vigilância militar ostensiva e a população - quase sempre iletrada e humilde - não pode na maioria das vezes entender, ou mesmo solicitar socorro, com relação a tudo aquilo que por lá vem acontecendo. No mapa do Brasil acima, você vê uma área de intensa atuação e atividades dos OVNI durante os distantes anos de 1977/1978. Os habitantes eram verdadeiramente caçados pelos seus tripulantes, deles sendo extraído sangue, as crianças sendo raptadas para nunca mais voltar, bem como sofrendo ferimentos, mortes e mutilações generalizados.

 

O fenômeno ficou conhecido pelas populações locais de diversos Estados do país como "chupa-chupa" - em razão das coletas de sangue - ou ainda "as luzes vampiras" - pelo fato de esses objetos voadores lançarem potentes fachos de luz para paralisar as suas vítimas. O pânico tomava conta de todos e, em face do clamor popular e também dos pedidos formulados pelos políticos locais, várias providências foram formalmente solicitadas à Força Aérea brasileira (FAB), a qual designou o então Capitão Uyrangê Holanda para comandar um grupo de militares, através de uma missão ultra-sigilosa, encarregado de verificar a situação e apurar os fatos - a qual recebeu o codinome de "Operação Prato". As primeiras providências consistiram em ouvir as testemunhas e as próprias vítimas daqueles inusitados ataques. Na foto, o Capitão Uyrangê ouve o relato de uma mulher que foi atacada. Pode-se notar a fisionomia de medo e de angústia das pessoas ao redor. Claudomira Paixão (vestindo azul na foto), na noite de 18 de outubro de 1977, acordou com uma luminosidade que penetrava através da janela: - "O ar tornava-se cada vez mais quente. A luz primeiramente era verde, tocou minha cabeça e atravessou a minha face. Despertei totalmente e a luz tornou-se vermelha. Pude ver uma criatura, como um homem, usando um macacão tal como os de mergulho. Tinha um instrumento como uma pistola. Apontou-o para mim e o objeto brilhou por três vezes acertando-me o peito durante as três ocasiões, quase no mesmo lugar. Estava quente, feria-me, parecia que me espetavam agulhas em todos os três pontos. Penso que me extraíram sangue. Eu estava apavorada, não podia mexer as minhas pernas. Estava aterrorizada!".

 

Nesta foto, uma outra mulher tem seus ferimentos examinados pelo Dr. Wellaide Carvalho, do Hospital de Colares - onde inúmeras pessoas foram atendidas, vítimas de diversos distúrbios, além de graves queimaduras causadas pelos OVNI. Os potentes raios partiam dos UFOs e até mesmo atravessavam os telhados das casas em busca das suas vítimas! E justamente em Colares foram registradas pelo menos duas mortes devido às severas queimaduras, causadas por aqueles desconhecidos e intensamente luminosos raios! E somente ali, o Dr. Wellaide declarou ter tratado cerca de 40 outras pessoas lesionadas pelas tais horríveis queimaduras! Esses raios passavam pelos telhados das casas, como se eles não existissem - declaravam por sua vez os assustados moradores.

 

Aqui, uma visão das marcas triangulares e muitas vezes circulares (à direita em negativo) através das quais o sangue foi extraído de uma outra vítima! Muitos casos de anemia profunda e queimaduras foram registrados nas populações em face dessas ocorrências. Dores de cabeças e febres altas acometiam as vítimas por durante muitos meses após os ataques dos UFOs.

 

A segunda fase da operação consistiu em levantar "in loco" as atividades dos UFOs. A seqüência de fotos a seguir foi tomada pelos militares da Operação Prato nas selvas amazônicas - precisamente na região de Colares - Estado do Pará.

 

Nítidas, inquestionáveis, essas naves misteriosas pareciam fazer questão de posar para as câmeras dos atônitos militares!

 

E as suas fantásticas evoluções brilhavam no céu intensamente estrelado das selvas amazônicas! E por vezes acontecia um fenômeno deveras intrigante e estranho: notórios especialista em um avançado processo de camuflagem, certas fotos tomadas pelos membros daquela Operação não mostravam os UFOs quando reveladas. Apenas e tão-somente eles nitidamente apareciam quando as imagens eram colocada em negativo. Simplesmente alucinante!

 

E parecia mesmo que os seus desconhecidos tripulantes sabiam que estavam sendo filmados e fotografados. Segundo revelou anos mais tarde o já Coronel Uyrangê, algumas delas chegavam a menos de 15 metros de altitude! E mesmo quando diversas pessoas - civis - assistiam atônita e conjuntamente com eles as evoluções nos céus, os UFOs somente se aproximavam de onde os membros militares uniformizados da Operação Prato estavam - teria sido uma exibição ou quem sabe um desafio? A Operação Prato, prudentemente, não tinha objetivo de retaliação ou confronto e jamais reagiu contra as investidas daquelas naves.

 

O inusitado balé de OVNI foi objeto nos anos de 1977 e 1978 de mais de 500 fotos e inúmeras filmagens, bem como os respectivos relatórios oficiais sigilosos, todos remetidos aos escalões superiores da Aeronáutica Brasileira, e também posteriormente encaminhados aos demais órgãos governamentais. Muitas delas foram tomadas em plena luz do dia, porém nenhuma pôde chegar ao conhecimento dos pesquisadores em geral. Na foto, em vertiginosa velocidade, um UFO parte na direção das camadas superiores da atmosfera, deixando atrás de si um imenso e resplandecente rastro. À direita, você vê uma ampliação.

 

Esta foto então, tomada em um local denominado "Mosqueiros", é simplesmente primorosa. Nela podemos ver os nítidos contornos do OVNI que se aproximou da equipe militar em baixíssima altitude! E por várias vezes seus tripulantes, descritos como humanóides e dotados de baixa estatura - possivelmente os do tipo "gray" - foram claramente avistados pelos militares nos seus interiores! E segundo foi revelado ao membros da Operação Prato pela população de Colares, "eles" eram pequenos, cerca de 1,15 metro de altura. Porém, existiam outros seres, diferentes, operando naquelas regiões distantes da Amazônia Brasileira.....

 

...... E agora a parte mais surpreendente: Um homem na Baía do Sol declarou ao Coronel Uyrangê que certo noite foi despertado por uma intensa luz vermelha, pulsando através da sua janela. Chegando a ela, avistou uma nave enorme - "como um helicóptero sem rotores". E a tal luz vermelha pulsava justamente no seu topo! Três seres apareciam nitidamente e bem próximo no seu interior: eram altos, cerca de 1,80 metro, com cabelos louros e olhos azuis - usavam roupas brancas com barretes azuis. Pareciam estar operando algum instrumento, assim como um computador! Na ilustração acima (não pertencente à Operação Prato), vemos o raro tipo de ocupantes de UFOs dotados de tipologia "humana", conforme avistado em várias partes do mundo, o que corresponde plenamente ao relato daquela testemunha! Aliás, trata-se de um tipo de Ufonautas por vezes conhecido como (vejam só!)..... NÓRDICOS!!!

 

"Nórdicos"? Nesse estranho particular, e somente para refrescar a sua memória, lembremos que durante a Segunda Guerra Mundial, 1939/1945, Adolf Hitler despachou para as selvas brasileiras cerca de 2 mil militares, através de uma operação ultra-secreta que visava a estabelecer BASES e encontrar um certo objeto deixado pelos "deuses" em uma antiqüíssima cidade perdida, situada em meio à Amazônia - justamente à procura da qual muitas décadas depois foi misteriosamente assassinado o jornalista alemão Karl Brugger na Cidade do Rio de Janeiro (assuntos, aliás, já extensivamente abordados neste Site)! E principalmente convém recordar que todos os Discos Voadores nazistas do Terceiro Reich (foto) - produzidos em estreita cooperação com entidades alienígenas - desapareceram..... Misteriosamente e assim como num passe de mágica, um pouco antes do término daquele grande conflito mundial! Muitos deles foram transportados ou, mais acertadamente, seguiram por MEIOS PRÓPRIOS, conduzindo cientistas e os altos dirigentes do nazismo para Neu-Schwabenland, uma base ultra-secreta situada nas profundezas dos gelos antárticos. Mas.... E os outros Discos?

 

E reveja a mesma foto da Operação Prato mostrada um pouco mais acima, porém em negativo. São bem visíveis a cúpula do OVNI, bem como a protuberância circular na sua base. Um tipo clássico de nave.

 

E este outro, também fotografado na mesma região, acompanhava, sempre em baixa altitude, as margens de um rio local! E que têm a dizer quanto a isso os negadores? Não há qualquer fraude! Todas essas fotos foram tomadas por militares brasileiros, em MISSÃO OFICIAL, comandados por um oficial graduado e altamente conceituado nos meios militares devido à sua seriedade, competência e dedicação.

 

Após 36 anos de bons serviços prestados, o Coronel Uyrangê se aposentou, passando para a Reserva Remunerada. E rompendo um segredo e um angustiante silêncio de 20 anos, precisamente em 1997 ele resolveu revelar e tornar público todos os detalhes da ultra-sigilosa Operação Prato! Na foto, visto quando concedia uma longa entrevista à Revista brasileira UFO - especializada no assunto e também uma das maiores e melhores do mundo neste campo. Além disso, o programa de televisão "FANTÁSTICO" - da Rede Globo e com alcance mundial - levou ao ar uma longa matéria sobre o assunto. O Coronel Uyrangê, quem sabe numa atitude temerária, atraía assim a atenção sobre os UFOs e também um dos maiores e mais profundos segredos da Amazônia!

 

O caso, obviamente, atraiu a atenção geral e teve grande repercussão mundial. Poucos sabem disso, porém dois pesquisadores norte-americanos, Bob Pratt e Cynthia Luce, estiveram no Brasil e também realizaram uma entrevista com o Coronel Uyrangê na sua residência, dele obtendo muitas revelações adicionais. Na ilustração acima, a eles fornecida pelo próprio Coronel, você vê os diversos tipos de naves que foram detectados nos céus da Amazônia pelos agentes militares da Operação Prato. E, segundo o Coronel declarou nessa entrevista - "Eles (referindo-se às populações locais) usavam armas. Muito freqüentemente atiravam nos UFOs. Nós constantemente dizíamos : Não atirem! Não atirem!. Certa vez uma luz muito forte foi focada em um homem em Colares. um carpinteiro entre 50 e 60 anos de idade. Ele tomou seu rifle e mirou no Disco. A luz o circundou e ele caiu ao chão, quase paralisado. Ele ficou se movendo fracamente durante 15 dias. No primeiro dia ficou abobalhado, podia ver, ouvir, e falar mas permaneceu estático por durante vários dias, dificilmente podendo se mover. Os pescadores de Colares também viram UFOs mergulhando e saindo das águas da baía, e por vezes viram suas luzes azuladas movendo-se sob as águas. Certa vez, estava dormindo quando os sargentos (membros de Inteligência da Operação) disseram-me que fotografaram um UFO mergulhando na água, perto de um bote. Esperei o pescador chegar à praia e ele me disse o que aconteceu. Declarou-se apavorado. Várias semanas depois, eu mesmo vi uma luz perto de um barco de pesca. Era azul. Circulou o bote uma ou duas vezes por cerca de 300 metros e mergulhou na água..... Sem produzir qualquer ruído, como uma lâmina sendo introduzida na água!".

 

E também elaborou para aqueles pesquisadores a ilustração acima que mostra a conformação deste verdadeiro gigante que, em um dos momentos mais dramáticos da Operação Prato, esteve a menos de 100 metros de distância dos militares brasileiros! - "Fiquei aterrorizado. Em um momento não sabia o que poderia acontecer. Podiam ter nos abduzido. E também poderiam ter feito conosco qualquer coisa que quisessem" - declarou o Coronel. E em uma outra ocasião, dessa feita na região denominada "Baía do Sol", ao Norte de Belém, o Coronel Uyrangê revelou: -“Era perto de 7 horas da manhã, logo após o nascer do sol. Não vimos nada se aproximando. Repentinamente, um enorme objeto discóide, com cerca de 30 metros de diâmetro e e 50 metros e altura, estava flutuando exatamente sobre nós. Fazia um barulho com o de um condicionador de ar. e do meio dele surgia um ruído com o som de de uma bicicleta quando pedalada para trás. Emitia uma luminosidade amarelada que aumentava e diminuía, entre dois a três segundos por cerca de cinco vezes. Conforme observávamos, podíamos ver pequenas luzes amarelas e alaranjadas no meio dele. Após a quinta vez, as luzes tornaram-se azuis, e ele então desapareceu com incrível velocidade na direção do mar, sem produzir nenhum som..... Fui também à Ilha de Marajó, por três ou quatro vezes para ver o quê estava acontecendo por lá e o povo estava sendo atacado também. Algumas pessoas viram os Discos Voadores flutuando na água, luzes azuladas, e podiam ouvir ruídos parecidos com os de redes de pesca sendo lançadas e então recolhidas. Isso acontecia a cerca de 800 ou 1000 metros da costa". E nessa entrevista, talvez o Coronel tenha dado uma valiosa pista sobre a conclusão constante do relatório final da Operação Prato (Grifos nossos): - " Eles não estavam atacando pessoas, estavam COLETANDO MATERIAL..... Estavam cobrindo o espaço aéreo brasileiro em faixas, assim como a nossa fotografia aérea o faz. Estavam se movimentando desde o Maranhão, depois Colares, Marajó, Monte Alegre, Santarém e Manaus, cobrindo a região como se fosse um programa". E a pergunta que não quer calar é: - diante da incrivelmente próxima e intensa aproximação dos UFOs durante as observações visuais e sempre diretamente nos pontos de localização dos militares, teria em algum momento o Coronel Uyrangê pessoalmente mantido contato direto com os seus tripulantes? Se assim o foi, obviamente tal fato jamais constou do relatório final da Operação Prato. E dessa forma este terrível segredo jamais será conhecido, uma vez que o brilhante oficial o levou consigo, diretamente para a Eternidade!

 

E após quase um ano de investigações nas selvas amazônicas, o Ministério da Aeronáutica subitamente suspendeu a Operação Prato, pois, na verdade, não havia muita coisa a ser feita a não ser observar e relatar - muito embora contra a vontade do Coronel Uyrangê. Mas..... “Eu estava interessado porque vi muitas coisas. Continuei procurando as razões da investidas dos UFOs naquela região, o que estavam fazendo ali, o quê queriam. A Força Aérea não estava mais interessada mas eu estava.... O Governo Brasileiro e a Força Aérea não estavam interessados em publicidade com relação aos UFOs, porque três questões eram freqüentemente dirigidas a eles: - Quem são "eles"? De onde vêm? O quê querem? E a Força Aérea não tinha as respostas para essas três questões”. E esta que você vê acima é uma das últimas fotos do Coronel, tomada por Bob Pratt e Cynthia Luce em sua residência duplex situada em um altiplano entre Cabo Frio e Iguaba Grande, no litoral Norte da Cidade do Rio de Janeiro - precisamente no Condomínio Dom Vital I. Pouco mais de um mês após fazer as suas revelações e justamente quando se preparava para realizar uma conferência sobre o assunto, foi encontrado por suas filhas, em 2 de outubro de 1997, enforcado com o cinto do seu roupão de banho (?!) no segundo andar da sua luxuosa casa - através de uma morte oficialmente apurada como "suicídio por asfixia". O Coronel Uyrangê, homem saudável e lúcido, dotado de uma cultura imensa, era hábil piloto de aviões; páraquedista; militar experiente em operações nas selvas, e além disso foi durante muito tempo alto oficial da base Aérea de Belém. Falava fluentemente o Inglês, o Francês, além de vários dialetos indígenas e por durante muito tempo foi, na Comunidade de Informações, Oficial do Serviço Secreto de Inteligência Militar. Além disso, vivia muito bem - uma vida tranqüila com a sua família. Os pesquisadores também perguntaram a ele se nessa Operação em especial trabalhou alguma vez em conjunto com a Força Aérea Americana, a resposta foi: - Não, mas eles estavam interessados, mas nunca trabalhamos juntos. Perguntaram sobre a Operação mas nunca trabalhamos em conjunto. Queriam saber o que vimos, os fatos. Dois ou três adidos militares da Embaixada Americana em Brasília estiveram em Belém onde explanamos os fatos, almoçamos juntos e tomamos alguns dinques. Eram muitos discretos, penso que tenha sido simples curiosidade ou então dissimulavam muito bem".

 

E apesar do denodo e da dedicação do Coronel Uyrangê, os intrigantes UFOs continuam promovendo as suas misteriosas atividades na imensidão das selvas amazônicas! O estranho objeto voador - acima e dotado de um formato inédito - foi recentemente fotografado já em território do Equador, emitindo potentes fachos de luz da sua base. Aparentemente, o valoroso Coronel brasileiro não tinha quaisquer razões para cometer ato tão extremo. Muitas especulações sobre o fato surgiram, porém nada foi apurado e o caso dado como oficialmente encerrado. Um militar obviamente dispõe de armas, um meio muito mais rápido e menos doloroso para eventualmente cometer um suicídio do que a horrível morte por asfixia. O quê realmente teria acontecido? Quais os verdadeiros motivos? Diz um velho ditado popular que "Aquele que procura, acha!". Teria o Coronel Uyrangê Hollanda encontrado uma verdade - tendo finalmente colidido com uma realidade horrível demais para ser revelada e que severamente o atormentava a ponto de por fim à sua própria vida, levando consigo para a eternidade um terrível segredo? Enfim, e ultrapassando todas as barreiras, como aliás convém ao homem de fibra que efetivamente era, o corajoso Coronel Uyrangê, enfrentando e revelando a Verdade, escreveu aquela que foi a última e gloriosa página da sua vida, antes de partir no seu derradeiro vôo em direção ao insondáveis territórios do Infinito - muito mais misteriosos do que a verdejante e maravilhosa Amazônia, a qual ele tanto amava!

 

PREZADO VISITANTE: tudo isso se torna, de certa forma, compreensível. Todo ofício tem certamente os seus riscos inerentes! Muitos interesses e diversas forças ocultas são contrariados quando ousamos e temos a coragem suficiente para penetrar nos seus obscuros bastidores. E todo escritor também escreverá um dia o seu último livro: aquele que editor algum ousaria publicar e que poucos teriam o alcance suficiente para ler e entender - notadamente nas suas entrelinhas. E, isso muito principalmente, que em certas épocas mais recuadas - ou talvez mesmo HOJE, mas em diferentes condições - poderia levar o seu autor à fogueira, sendo ele execrado talvez como um herege, um feiticeiro, quem sabe um louco ou mesmo um "amaldiçoado", pervertedor de opiniões e crenças. Este Site, por conseguinte, é precisa e justamente PARA VOCÊ, o nosso presente mais dileto e mais sincero. Porém igualmente será aquele, o derradeiro, de certa forma o nosso último livro! Pois, acertada e sabiamente aliás, um grande escritor deste mesmo Gênero, o fascinante mundo do Realismo Fantástico, já dissera: - A verdade deve ser procurada..... Mas ai daquele que a achar!

 

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