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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

HÁ MAGIAS NO TEMPO!

"Agartha, os enigmas cósmicos, os números secretos tibetanos, as faculdades parapsicológicas comuns a tantos asiáticos, não passam de páginas extraídas de um mesmo livro: o livro da desaparecida Civilização de MU. Talvez consigamos um dia ter uma idéia aproximada também das outras páginas, talvez consigamos até mesmo reconstituir em grandes linhas o seu enredo. Mas onde, e quando?"

(Miller)

 

No Peru, existem por todos os lados as impressionantes ruínas de uma antiga e desconhecida cultura - na falta de um nome melhor denominada "Moche" - que por sinal antecedeu em muito as civilizações americanas tradicionalmente estabelecidas! Duas dessas ruínas particularmente irão nos interessar: precisamente as chamadas "Huacas" (ou "lugares sagrados"), dentre as quais destacam-se as Huacas "Del Sol" e "De La Luna":

 

São ruínas verdadeiramente colosssais, espalhadas por uma vasta extensão e ainda não de todo exploradas......

 

Aqui, podemos ver os antiqüíssimos restos de uma enorme pirâmide, denominada "Del Sol".....

 

E nesta foto a impressionante manifestação artística que reveste todas essas desconhecidas ruínas!

 

Um detalhe dos multicoloridos relevos dessas "Huacas". Que perdida civilização teria produzido todos esses intrigantes mistérios?

 

E aqui uma visão das ruínas de Chan Chan (literalmente significando "A Serpente Dupla") - também no Peru e precisamente nas proximidades de Trujilo - muito justamente consideradas como "as mais intrigantes de toda a América do Sul", onde uma outra desconhecida civilização pré-colombiana produziu gigantescas edificações tubulares que além de tudo são primorosamente trabalhadas! Acredita-se que tenha sido a capital administrativa e religiosa de um antigo império denominado "Chimú", o qual mais tarde teria sido subjugado pelos Incas....

 

..... Aqui também existe uma simetria, uma organização e uma estruturação que somente poderiam ter sido alcançadas por uma cultura muito evoluída! E essas ruínas se estendem por nada menos que 18 quilômetros quadrados, divididas por dez quarteirões contendo restos de casas e de pirâmides, além de vários reservatórios de águas!.......

 

..... Da mesma forma que também existem colossais muralhas e estranhas edificações, repletas de símbolos desconhecidos. E espantosamente algumas dessas imensas muralhas maciças ostentam mais de 12 metros, não de comprimento mas, sim, ....... de LARGURA!

 

Muralhas cobertas por enigmáticos símbolos jamais encontrados em qualquer outro lugar das Américas e que dizem respeito a um certo deus civilizador "do vento em torvelinho" - o que de pronto e muito provavelmente lembraria o tripulante de uma astronave!

 

.... Contudo, será ainda em Chan Chan que encontraremos dentre essas sutis imagens, algo possivelmente muito estreitamente relacionado ao intrigante mistério dos "Homens Pássaros", ou ainda "Os Homens Voadores" - a reminiscência dos seres espaciais que chegaram à terra há muitos milênios recuados no nosso passado e cuja tradição oral se perpetuou por inúmeras gerações de todos os povos, desde as Américas até a longínqua Ilha de Páscoa, em meio ao Oceano Pacífico!!! Uma insistente tradição que, segundo o arqueólogo Marcel Homet muito apropriadamente escreveu, representa a fiel lembrança de FATOS remotos e de muitas possibilidades desaparecidas.

 

Certamente os mesmos "Homens Voadores" que gravaram as incríveis imagens, naquele mesmo país e precisamente no Planalto de Nazca, somente visíveis a partir do ar e contendo as imensas figuras de animais, flores e uma profusão de criaturas desconhecidas - talvez um zodíaco que jamais pertenceu ao planeta Terra! Nesta sensacional tomada aérea, vemos a colossal imagem batizada de "O Astronauta de Nazca" - a inegável figura de uma entidade alienígena, ou quem sabe um habitante de uma evoluída civilização perdida do passado cuja avançada tecnologia o permitia voar através dos céus!

 

E é também nas proximidades de Trujilo, Peru, que se encontram as pouco conhecidas ruínas de "El Brujo" - frutos de uma outra civilização antiqüíssima e desconhecida que se convencionou chamar de "Moche". Ali existem refinadas manifestações de arte, assim como esse multicolorido mural, todas elas em alto relevo e além disso contendo belíssimas imagens cobrindo diversas extensões de enormes muralhas. "El Brujo" (literalmente "O Bruxo") tem esse sugestivo nome pelo fato de ter sido há mais de 5 mil anos uma espécie de santuário freqüentado por cerca de 10 culturas desconhecidas! Mas, QUAIS civilizações exatamente o freqüentaram? E PORQUÊ exatamente a razão deste estranho nome que atravessou séculos e se manteve por diversas gerações? E quem teria sido o tal "El Brujo" para ser assim tão reverenciado?

 

E será ainda no misterioso Peru, lá pelas proximidades da Lagoa Salsagocha, que encontraremos outra intrigante série de ruínas, denominadas de Huamachuco! Essa fantástica cidadela tem uma idade estimada em mais de 9 MIL anos Antes de Cristo e tudo aquilo que sabe (ou melhor, o que não se sabe) sobre a misteriosa cultura que a habitou não passam de meras hipóteses e toscas suposições!

 

Lá também existem os restos de enormes muralhas e velhos silos que se estendem por uma vasta e ainda inexplorada área!

 

Dos poucos vestígios encontrados nas ruínas de Huamachuco, temos, porém, esses relevos bastante expressivos - um deles contendo a nítida simbologia da perdida Lemúria, ou MU: precisamente a Suástica! Porém, tudo aquilo que poderia esclarecer este grande mistério foi selvagemente destruído no Século XVI pela Igreja Católica, exatamente pelos Padres Agostinianos, na sua "cruzada contra a idolatria". Aliás, consta mesmo de uma relação da Igreja, datada de 1561, que foram destruídas milhares de "Huacas" (objetos sagrados de culto) bem como todas as "pedras talhadas de Huamachuco". Algo que, sem dúvida alguma, tratava-se de uma "idolatria" muito, muito embaraçosa......!

 

Dessa feita no Chile - exatamente na vastidão inexplorada e desértica do Atacama - comprovadamente existem as ruínas de verdadeiras "cidades fantasmas", repletas de inúmeros e inestimáveis tesouros arqueológicos, tais como estranhas múmias e os restos de antigas edificações, igualmente frutos de uma remota e desconhecida cultura. O interessante é que ninguém se dispõe a explorá-las. E até mesmo, assim como a simplória empregada doméstica que varre o lixo para baixo do tapete, muito comodamente fingem que tudo isso simplesmente não existe!

 

Um outro surpreendente enigma do tempo e do nosso esquecido passado diz respeito a uma misteriosa raça que habitou as Ilhas Canárias, denominada "Guanches" - a qual o historiador grego Plutarco textualmente chamou de ATLANTE. Eles embalsamavam e mumificavam seus mortos; possuíam uma forma de escrita espantosamente semelhante àquela do Antigo Egito e além de tudo eram dotados de uma pele olivácea com cabelos louros e olhos intensamente azuis!

 

E talvez a chave de todo esse mistério, uma verdadeira magia no tempo, esteja escondida na enigmática Cadeia de Kun Lun (foto), uma região montanhosa setentrional no Tibet - hoje árida, inexplorada, e soterrada pelas violentas tempestades de areia - onde há milênios sem conta habitou uma estranha cultura denominada "Hsing Nu". Em 1725 o explorador francês Duparc descobriu as suas ruínas - em local até hoje "proibido" e mantido em segredo pelos invasores chineses - onde foram encontrados mais de MIL monólitos revestidos em pura prata. E até mesmo uma pirâmide de três andares, ladeada por uma torre elaborada em uma estranha espécie de porcelana azul! Em 1854 outro explorador cujo nome era Latour encontrou tumbas, armas, jóias e artefatos metálicos desconhecidos contendo o sempre presente símbolo de MU, a suástica, e os mesmos intrigantes monólitos em forma de fusos, ou se preferirmos estlizações de FOGUETES! Mais tarde, precisamente em 1925, uma expedição russa esteve no local realizando escavações cujos resultados jamais foram divulgados. Porém, as tradições dos monges tibetanos relatam através dos seus antigos documentos que a pirâmide tripla de Kun Lun representava nas suas plataformas "a terra do meio, quando os homens vieram das estrelas e a terra nova, o mundo distante das estrelas"! Aliás, os antigos exploradores franceses encontraram ali uma tal de "pedra trazida da Lua": nada menos que um bloco rochoso intensamente branco contendo nos seus relevos as imagens de animais e flores..... desconhecidos na Terra! Os antigos registros tibetanos dizem ainda (textualmente) que os Hsing Nu foram altamente evoluídos, detentores de uma ciência extraordinária, podendo "falar à distância" e também "comunicar pensamentos através do espaço". Tudo isso antes de ocorrer um "cataclismo de fogo" através do qual os poucos sobreviventes mergulharam na barbárie, esquecendo assim todo o antigo esplendor da sua poderosa raça e fatalmente vindo a desaparecer!!!

 

 

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