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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

EX ORIENTE LUX! - Do Oriente Vem a Luz!

"A inteligência é sentida como uma injúria pelo medíocre, e a generosidade como uma humilhação, A História deve avançar mascarada, porque os homens têm medo da verdade, da SUA verdade: porque ela desvenda as suas próprias mentiras"

(Walter Gautier)

 

O magistral Henri Durville escreveu: "É que o Verbo humano, imagem de forças mais altas, tem poderes ilimitados, ao uso do qual ele soube se tornar mestre. Tu os experimentarás e poderás conhecer este poder mágico de que todo ser humano é dotado, quando a Iniciação o tiver revelado e quando tiveres sabido conquistar o teu próprio império. Somos rodeados de forças. Entre elas, muitas são más e não devemos deixá-las dominar-nos. Para resistir utilmente, devemos fazer um apelo às forças superiores, construtivas, que não se recusam a auxiliar. Quando as tivermos conhecido e invocado, nos será possível sair do tormento, procurar e, portanto, achar a paz do coração, o desvanecimento do espírito, o ritmo da evolução". - De fato, a criatura humana, como centelha divina que é, tem diante de si possibilidades ilimitadas. Tudo teve certamente um começo. E o começo de tudo foi na Perdida Atlântida, onde os Primeiros Mestres e Iniciadores da humanidade detinham uma ciência psíquica afinada com as Supremas Forças Universais e as maravilhosas dimensões do Espírito.

 

Após a tragédia que vitimou o continente atlante, submergindo-o para sempre nas águas revoltas do oceano em fúria, algumas colônais mais afastadas perpetuaram secretamente esses conhecimentos. Tal foi o caso do Egito, onde os Antigos Mestres mantiveram as elevadas ciências da Alma e do Espírito zelosamente guardadas dos olhos cobiçosos e fora do alcance das mãos dos maus e dos ambiciosos. Assim, a Esfinge e a Grande Pirâmide - marcos da filiação atlante e majestosos guardiães dessa sabedoria - eram os portais para as câmaras iniciáticas secretas onde oficiavam os mais elevados Mestres da Terra e NA TERRA - Na Terra, sim, já que segundo as Tradições e também os mais antigos registros, a Atlântida foi fundada por seres muito benevolentes e evoluídos, provenientes de uma outra galáxia!

 

Tendo perpetuado a Tradição Atlante, o Egito brilhou espiritualmente através de várias Dinastias, tendo sempre o faraó (pertecente a uma linhagem predestinada) como o pólo de união, o Sol central da Tradição Secreta e Iniciática, tal como a abelha rainha o é para toda a colméia - a própria vida da comunidade! O avental triangular, como visto na foto acima e que algumas gravuras e relevos mostram, não é aquilo que os arqueólogos costumam pensar: trata-se de um avental de serviço, ritualístico, tradição ainda hoje mantida pelas Sociedades Secretas e Ordens Iniciáticas autênticas, dizendo através da sua linguagem silenciosa, mas somente para aqueles que podem compreender, que o faraó era um Mestre, um Iniciado, a própria Luz Espiritual do seu tempo!

 

E a Fraternidade que oficiava nos corredores subterrâneos da Esfinge e nas câmaras secretas da Grande Pirâmide, e também em outros santuários do Antigo Egito, perpetuou-se nessas condições até porque (tal como ocorre ainda hoje) o Sagrado Conhecimento não deveria ser entregue, ou extensível, aos ambiciosos, aos maus, aos déspotas, aos mal intencionados e notadamente aos tiranos, mas apenas e tão-somente àqueles que o merecessem após passarem pelos mais severos testes. Inclusive tendo suas reencarnações anteriores profundamente estudadas através de meios psíquicos!

 

Foi durante seu reinado na XVIII Dinastia que o imortal faráo Akhenaton, Grande Mestre dessa antiqüíssima Fraternidade, já antevendo a desordem que se alastrava e que infelizmente mais tarde poria fim à grande civilização egípcia extinguindo para sempre a sua Luz espiritual, resolveu acabar com a vergonhosa tutela dos corruptos sacerdotes do deus Amon que, aliados aos exércitos e aos mercenários, mantinham um verdadeiro e nefasto "estado dentro do estado", extorquindo e sufocando o povo com as crenças religiosas mais estapafúrdias, pervertendo assim a autêntica religião Egípcia. De um só golpe fechou todos os templos desses sacerdotes idólataras, extinguiu os exércitos, libertou os escravos, proibiu o abate de animais e declarou que todos seriam iguais perante Deus e as leis. "Abriu", então, por assim dizer, as portas dessa Fraternidade Secreta tornando pública a verdadeira religião - a Religião Universal, a crença e a adoração a um só Deus - O Deus Universal, Pai de todas as criaturas viventes. Como seria de se esperar, ao enfrentar as revoltas e sedições por parte dos setores contrariados, separou o joio do trigo fundando, sob os signos da Rosa e da Cruz e muito distante de Tebas, a cidade de Akhet-Aton, para onde levou os seus seguidores - mais tarde massacrados pelos sacerdotes corruptos e o seu aliado, o ambicioso general Horemheb que ambicionava tornar-se faraó. Contudo, após esse lamentável fato, a Fraternidade não morreu, voltando a se manter oculta e permanecendo assim por longo tempo em razão das trevas que a partir daí desceram sobre o mundo.

 

O último descendente da sagrada linhagem atlante, Tutankhamon, era também um "Kheri-Khetau" - um mestre dos mistérios. Era por sua vez a pedra no caminho dos corruptos sacerdotes de Amon e do ambicioso Horemheb, uma vez que por direito lhe cabia o direito ao trono após a partida de Akhenaton, que muito provavelmente era seu pai. Muito jovem, intensamente pressionado pelos sediciosos e sem quaisquer alternativas, foi obrigado a mudar de nome (que era Tutankhaton), restaurar a idolatria e a eventualmente tornar-se um mero fantoche nas mãos dos idólatras. Revoltado com aquela situação, tentou reverter essa situação e reviver a obra de Akhenaton, tendo sido assassinado com um golpe na nuca enquanto dormia, através de uma sórdida conspiração palaciana. Sua jovem esposa foi obrigada a desposar um sacerdote decrépito, cujo nome era Ahy, para que este subisse ao trono na qualidade assim falsamente legitimada de faraó. Ambos não duraram muito tempo e sumiram do mapa sem deixar vestígios, muito provavelmente tendo sido também assassinados para que o abominável general Horemheb então concretizasse as suas sórdidas ambições transformando-se no primeiro "faraó" da XIX Dinastia e lamentavelmente mergulhando de vez o Egito e o próprio mundo nas trevas.

 

Mas o que a Deus Pertence homem algum jamais poderá usurpar. A Fraternidade se perpetuou até os dias atuais. E já não mais existe a necessidade de ser manter secreta. A Rosacruz Hermética, conforme vista acima, representa toda a majestade, a beleza e a proteção da Ordem. O simbolismo é evidente: foi na desaparecida Atlântida que pela primeira vez um Mestre abrindo seus braços para saudar o Sol - o Duplo Maravilhoso de Deus e Doador da Vida - notou que sua sombra formava no solo uma cruz. Por sua vez, a Rosa, a mais sublime e mística de todas as flores, também já era objeto de adoração naquele continente e depois no Antigo Egito. E assim como a rosa física necessita de luz para sobreviver, a Rosa Espiritual necessita da Luz do Espírito para evoluir. Deus, na sua Imensa Sabedoria, também colocou no centro do corpo do homem (a Cruz) uma Rosa Espiritual - o coração e por síntese a essência da alma - que nasce "fechada" e deverá, quando ao término da sua existência na matéria, partir rumo às esferas superiores, a outros planos mais sublimes e elevados, já então plenamente desabrochada.

 

O interior de um sagrado Templo Rosacruz - a réplica do corpo físico do homem, do mundo, e do próprio Universo; o material e o imaterial - com a suas quatro estações representando os quatro esteios do mundo e também os pontos cardeais. Como todo templo iniciático, um lugar de trabalho, reverência e adoração. O Leste é o primeiro ponto do horizonte, o lugar ocupado pelo mestre e de onde provém a Luz Maior. De lá se irradia a Glória de Deus, e de onde todos os irmãos e irmãs buscam a iluminação. A Estação Sul, à direita, é ocupada pelo oficial ritualístico que representa Deus no seu Templo, o lugar onde simbolicamente brilha a Luz na sua máxima intensidade. De lá partem as preces e sagradas bênçãos do Serviço Rosacruz, por Deus e pelo Homem. A estação Oeste, não visível na foto, é onde o sol da vida lentamente se abandona ao término da sua jornada, o local onde a oficial que o ocupa simboliza a Mãe da Loja - a mãe espiritual de todos os membros da Fraternidade. À esquerda, situa-se a estação Norte onde o Sol não lança a sua luz. É, simbolicamente, um lugar das trevas por onde penetram os neófitos em busca da Iniciação. Ao centro, vemos o Quinto Ponto da Loja, o lugar ond etodas as linhas se cruzam, o altar triangular denominado Shekinah (a Rosa da Cruz), onde brilham as três chamas, sempre mantidas acesas pelas vestais do Templo, e que maravilhosamente simbolizam as pontas do Sagrado Triângulo Rosacruz - LUZ, VIDA e AMOR.

 

Essa antiga gravura, aliás, simboliza a síntese desse trabalho maravilhoso: a energia gerada pelo Templo irá atingir sublimes Esferas Superiores, fromando uma Rosa Cósmica e mantendo viva uma energia vibratória poderosíssima - denominada nos meios ocultistas de Egrégore. Um trabalho essencialmente voltado ao Plano Espiritual e Místico! Aliás, uma antiga injunção diz mesmo que o verdadeiro Rosacruz é negativo para as coisas do mundo e positivo para todas as demais! Os Sagrados Estudos Rosacruzes dividem-se em 13 Graus. E daí para adiante surgem os Graus Superiores e desconhecidos, que prosseguirão por toda a vida.

 

Antigos Registros Rosacruzes dizem que o sábio Salomão, que mais tarde tornar-se-ia rei, ao atingir o Quarto Grau dos Estudos Rosacruzes na Grande Pirâmide, partiu com a missão de fundar uma outra Fraternidade que trabalhasse voltada mais ao plano material, sem contudo perder a essência espiritual. Assim, surgiu a Venerável Maçonaria que ainda hoje mantém e perpetua o seu valioso trabalho em benefício da evolução do Homem e de toda a humanidade. O seu propósito é a formação de livres pensadores e sábios, elevados a uma condição acima da comum aos seus contemporâneos, por seleçãoe iniciação. O Esquadro e o Compasso são os seus Sagrados símbolos maiores, enquadrando o sinal do Inefável, O Grande Arquiteto do Universo e também a Gnose.

 

Seus estudos dividem-ese em dois ramos: O Rito Escocês Antigo, Aceito, com 33 Graus de evolução e o Rito de Misraim, composto por 90 Graus Iniciáticos. A Venerável Maçonaria, desde a mais remota antigüidade, sempre esteve presente na condução e na execução dos mais importantes acontecimentos históricos. Para citarmos uns poucos e expessivos exemplos, a Revolução francesa, a Declaração dos Direitos do Homem e as independências dos EUA e do Brasil. E até mesmo a presença dos primeiros homens na Lua, uma vez que os três astronautas pertenciam aos seus quadros de membros! E na Idade Média, também conhecidos como 'Pedreiros Livres", foram os responsáveis pelas construções das grandes catedrais, nas quais deixaram os seus velados simbolismos somente compreensíveis pelos mais altos iniciados.

 

Como por exemplo, em pleno interior de uma Igreja Católica francesa, precisamente Sain-Jean de Malte, em Aix-en-Provence, a estátua do "Cavaleiro da Rosa", colocada entre as duas Tradicionais Colunas, é repleta de simbolismos iniciáticos, tanto Rosacruzes quanto Maçônicos e Templários!!!

 

No Século XVIII, um ramo fortemente sob inspiração Rosacruz e liderado por Claude de Saint Martin separa-se da Venerável Maçonaria para fundar uma outra Escola de Mistérios, denominada Martinista. Sendo uma Escola de Alto Hermetismo, poucos serão aqueles que cruzarão os seus sempre bem guardados Portais, uma vez que a qualidade torna-se preferível e sempre prioritária à quantidade!

 

Pregando um retorno a uma Iniciação essencialmente mística, espiritualista e esotérica, o Martinismo baseia-se em teorias extraídas do Antigo Egito pela Escola Pitagórica. E segundo as suas doutrinas, somente aquele que se torna digno e versado na história do Hermetismo, nos seus ritos e nos seus hieróglifos, poderá penetrar na secreta e real significação do pequeno número de símbolos oferecido à meditação do postulante. E - muito principalmente - que a Verdade Oculta nunca será transmitida através de discursos. Porém, cada um deverá evocá-la, criá-la e desenvolvê-la em si mesmo, até que um Iniciatus, através da evolução espiritual e anímica - e sobretudo através do trabalho e do merecimento - venha a se tornar Adeptus!

 

E existe também uma outra Ordem, porém muito fechada e secreta, que é a dos Druidas. Tão antiga quanto a noite dos tempos, seus membros eram no passado sacerdotes e pontífices das funções religiosas, sociais e mágicas. Além de médicos naturais, eram também juízes e dispensadores de ensino científico e Esotérico. Formavam o elo vivo do antigo Povo Celta e eram por sua vez um ramo dos herdeiros dos longínquos sobreviventes atlantes e das suas remotas tradições. Seus elevados estudos dividiam-se em apenas 3 Graus e eram muito voltados à integração do homem com as forças da Natureza e do Universo. Mantendo os antigos costumes, ela ainda se perpetua e seus membros participam das invocações sagradas sempre vestidos no mais puro linho branco.

 

Muito antiga também é a Ordem Gnóstica. A palavra Gnose vem do grego e significa "conhecimento". Os verdadeiros gnósticos têm por objetivo buscar a Ciência de Deus e penetrar nos seus mais profundos Mistérios. Seu estudo é composto por uma fusão de símbologia e idéias originárias do Antigo Egito, Caldéia, Pérsia, Índia, Grécia e da própria Judéia, guardando, segundo as suas doutrinas, o segredo das antigas iniciações e das palavras secretas de Jesus aos seus apóstolos. Sua origem está no século I da nossa Era, e a Tradição diz que essa Ordem foi fundada por Simão - o Mago - Menandro e Disitheo. Por vezes ela se divide em várias seitas, tal como a dos Ofitas que têm a serpente - que morde a própria cauda simbolizando o tempo e a continuidade da vida - como um dos seus símbolos.

 

Os Gnósticos têm por finalidade precípua o aperfeiçoamento do ser. Professam a teoria das reencarnações - ao contrário do Cristianismo do qual se derivou a Ordem - e inspiram-se nos mistérios egípcios (notadamente os de Ísis) e os helênicos. Trata-se, porém, de um Cristianismo Esotérico, bem diferente e por vezes em total oposição às pregações dos apóstolos. Pofessam os dogmas que lhes foram transmitidos por escrito e muito principalmente pela Tradição oral, encoberta pelo véu dos mais antigos mistérios e que estiveram sob a posse de somente uns poucos apóstolos que foram os mais próximos e leais a Jesus. Seus fiéis dividem-se em três categorias: os Hílicos - capazes apenas de praticar os ritos exteriores do culto; os Psíquicos - dotados de sensibilidade mais elevada; e os Pneumáticos - aqueles que atingem a evolução através da revelação pessoal e da consecução plena da iluminação da Ordem. Praticam cerimônias de batismo por imersão na água, conforme ritos egípcios; a ceia em lembrança à Última Ceia de Jesus; e a imposição de mãos - conforme também a Magia Egípcia. Tal como na Maçonaria adotam os símbolos do martelo e do cinzel, de modo que a "pedra bruta" (isto é, o ser humano, o buscador que chega aos seus Portais) possa ser desbastada e talhada, vindo finalmente a fazer parte da Arquitetura Daquele Que Criou os Mundos!

 

Jesus Cristo, O Maior de Todos os Mestres, era um Essênio - um ramo da Fraternidade Rosacruz! Os Essênios eram altos iniciados, austeros, incorruptíveis e os guardiães da Sagrada Tradição nos tempos bíblicos. Cristo peregrinou ao Egito, Tibet e Índia, onde segundo antigos registros foi inclusive iniciado nos seus Mistérios, e encontrou-se com os mais elevados Mestres da Terra, e NA TERRA. Sendo um Avatar, uma alma predestinada, teve por missão pregar e reviver o Monoteísmo de Moisés e Akhenaton em um tempo de descrença e devassidão. Ele ensinou inclusive a Reencarnação, pregou a evolução da alma através de diferentes planos e muitas outras verdades que foram suprimidas em razão dos mais diversos interesses. A ponto de a sua maravilhosa doutrina ser atualmente ensinada totalmente ao contrário! Os Essênios, após a partida de Cristo, quando o mundo pela terceira vez mergulhou nas trevas, ao que se saiba encerraram as suas atividades nas terras da Palestina então ocupadas pelo decadente e devasso Império Romano.

 

Essa é a Cruz Templária, juntamente coma Estrela de Oito Pontas os sagrados símbolos da mais fechada e secreta Ordem que se conhece. Conhecidos como "Os Cavaleiros de Cristo e Guardiães do Santo Graal", os Templários existem desde os tempos mais recuados da cavalaria e teoricamente fundaram a Ordem para defender os sagrados e verdadeiros ideais cristãos - os autênticos e esotéricos ensinamentos de Cristo, sendo portanto uma Ordem Militar e Monástica! Conhecidos também como adeptos do oculto; magos e sábios; mestres construtores e altos iniciados, os Cavaleiros do Templo estiveram até mesmo em campanha militar na Terra Santa para proteger as relíquias e os locais sagrados dos cristãos. Pode ser, e existem razões muito fortes para se acreditar nisso, que a Sagrada Ordem do Templo seja uma continuidade da grandeza passada da Fraternidade Essênia, uma vez que seu fundador, Hughes de Payns, comprovadamente esteve em contato com uma secretíssima e muito mais antiga Ordem conhecida como "Os Solitários", ou KADOSH - termo que significa "Os Puros, Santos e Perfeitos" - a qual lhe comunicou todos os segredos Essênios! Teoricamente, mas só teoricamente, a Ordem Templária teria sido extinta quando em março de 1314 seu último grão-mestre, Jacques de Molay, foi queimado na fogueira por ordem da Igreja Católica, sob o comando do Papa Clemente V e do rei Felipe, cognominado "O Belo", sendo os demais membros da Fraternidade torturados e aprisionados até a morte em altas torres. Contudo, a Ordem do Templo não morreu. Deve-se a ela a fundação dos Estados Unidos da América e também o descobrimento, ou mais apropriadamente a revelação e a ocupação da própria América, uma vez que Colombo era um Cristóforo ou, em outras palavras, um Cavaleiro Templário!

 

Os Cavaleiros Templários eram conhecidos como os "Guardiães do Cálice Sagrado, do Castelo do Cálice e da FAMÍLIA DO CÁLICE". Neste último ponto, que propositadamente colocamos em destaque, revela-se o maior de todos os mistérios. O Santo Graal, que teria sido o cálice usado na última ceia e no qual foi amparado o sangue de Cristo durante a crucificação, não se trata de um cálice material como muitos pensam! Antes, é uma metáfora, um bem elaborado simbolismo para ocultar uma impressionante verdade histórica e que foi sufocada assim como tantas outras: Cristo  não  morreu  na  cruz!  Na verdade, era casado com Maria Madalena!  Jesus tinha o título de Rabino, e pelas Leis Judaicas um rabino deve obrigatoriamente ser casado! As Bodas de Canaã, a que a Bíblia se refere, foram a cerimônia do seu casamento!  Essa verdade, assim como tantas outras contidas nos Evangelhos, foi suprimida através dos tempos e ao sabor dos mais diversos e obscuros interesses. E após a sua pretensa "morte" Cristo esteve novamente no Egito, no Tibet, e até mesmo nas Américas. E o seu túmulo, assim como o de Maria - sua mãe - estão situados na Cachemira, Índia, como aliás já vimos as gritantes evidências precisamente em algumas páginas anteriores deste site!

 

E Jesus, como aliás Ele mesmo disse e as  evidências também atestam, NÃO ERA TERRESTRE!  Era verdadeiramente um "filho do céu" -  no estrito sentido da palavra! Portanto, o símbolo  acima  (Lâmina do Tarô em versão nitidamente sob inspiração Templária) diz tudo: "A semente do Espírito veio do céu, derramou-se no  cálice e espargiu-se  sobre a  Terra"!  E o cálice, não era verdadeiramente um  cálice no estrito sentido da palavra.  Voltemo-lo  na  direção  da  Terra e veremos a letra "M" de Maria Madalena. Seu útero, SIM, o verdadeiro Graal, o "Cálice Sagrado" - o receptor do "sangue" de Cristo!!! O simbolismo do Graal, portanto, refere-se ao "cálice" que de fato conteve o  "sangue"  de Jesus.  Um  dos  segredos talvez mais bem guardados da história humana: Cristo teve filho, talvez vários filhos, e até mesmo uma descendência, que ATÉ HOJE  se  perpetuaria  sob a égide dos VERDADEIROS e secretíssimos Templários, os eternos guardiães dessa linhagem muito antiga e predestinada cuja existência se desenrola na Terra - permanecendo juntamente com eles em total segredo! Porém, há mais alguma coisa...... Segundo as Tradições, os VERDADEIROS e secretíssimos Templários seriam os guardiães com o dever de proteger, assim como uma espécie de "cobertura exterior" - mesmo que com o sacrifício de torturas e a própria morte - os acessos secretos às entradas para as cidades dos Reinos Subterrâneos onde habitaria o lendário Rei do Mundo!

 

A foto mostra o misterioso Sarcófago de Arles-Sur-Tech, situado em uma abadia nos Pirineus Orientais, obra de nítida inspiração Templária e cuja lenda diz que ali foram depositados os "corpos dos santos". Contudo, o sarcófago elaborado em mármore bruto está vazio e apresenta uma característica espantosa: de seu interior brota constantemente uma água dotada de propriedades milagrosas, a qual jamais seca mesmo em períodos de longas estiagens. Essa água inexplicavelmente não se deteriora e sempre se renova. Não se sabe de onde ela vem! Vários cientistas já se interessaram pelo assunto porém nenhum deles encontrou a solução para tão intrigante mistério, uma vez que o tal sarcófago não tem ligação alguma com quaisquer veios d'água! Acredita-se que ali se produza uma operação alquímica, um processo mágico e acelerado de transmutação do calcário existente no mármore.... Em água!

 

A Sagrada água, elemento primordial da Natureza, e da qual nenhum filho desta pode renunciar a ela como Amada Mãe, e que é absolutamente necessária depois da vivificante e divina Luz do Sol pela manutenção e preservação de toda a vida na Terra, também guarda os seus profundíssimos mistérios. CLIQUE AQUI PARA TER ACESSO A UMA IMPORTANTE REVELAÇÃO DESTE TERCEIRO MILÊNIO!

 

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