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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

QUANDO AS PARALELAS SE ENCONTRAM

"Muitas coisas que ontem pareciam obscuras, hoje podem parecer evidentes, e amanhã ainda mais claras"

(Hansen)

 

Não há como negar! As Américas foram mesmo colonizadas por uma antiga cultura cujos vestígios surgem por todas as partes. Existem ruínas de velhíssimas pirâmides, assim como as das fotos, talvez milenares, obras de povos que antecederam em muito as civilizações mesoamericanas conhecidas!

 

Aqui, as misteriosas torres de Sillustani - denominadas "Chulpas" e teoricamente destinadas a sepulturas, muito embora nada tenha comprovado isso. São construções refinadas que ultrapassam a altura de 13 metros (equivalente a um edifício de 4 andares). Primorosas edificações de uma desconhecida civilização que se situam próximo a Puno - Peru - e às margens da Lagoa Umayo, a 4 mil metros de altitude. Verdadeira finalidade? Desconhecida!

 

Aqui, uma dessas imensas e prodigiosas torres de Sillustani vista com maiores detalhes.

 

O transcorrer implacável do tempo sepultou as enigmáticas ruínas de Chavín de Huántar, situadas no Peru Ocidental. Sua idade é estimada entre 4000 A.C. até 715 A.C, podendo no entanto ser muito mais antiga do que isso, e os arqueólogos acreditam que ali possa ter existido o centro de uma desconhecida cultura que em épocas muito recuadas se espalhou por vastas áreas dos territórios das três Américas!!!

 

Chavín de Huántar realmente impressiona pela sua imponência e majestade. Esse enorme centro cultural estava disposto junto à Cordilheira Branca e nas proximidades do Rio Mozna que deságua no Rio Marañón e graças a isso se impôs desde as nascentes do Rio Amazonas até o Oceano Pacífico - o que, em outras palavras, significa que os seus desconhecidos habitantes poderiam até mesmo navegar, chegando aos atuais território brasileiro e dos Estados Unidos da América!

 

Não; não se trata de uma maquete ou ilustração. Trata-se de uma foto aérea, mostrando as impressionantes ruínas e muralhas de "Casas Grandes", já no território dos EUA e situadas entre o Novo México e o Arizona Ocidental. O antigo povo que as construiu recebeu a denominação de "Mogollon"!

 

E nesta foto do Smithsonian Institute você vê as espantosas ruínas de Snaketown, também nos EUA, entre Sonora e Arizona do Sul e dessa feita atribuídas à civilização batizada de "Hohokan". E por incrível que possa parecer o Smithsonian Institute já até admite que tais povos tenham de fato migrado desde a América Central, tendo por conseguinte estreito parentesco com as civilizações Maia e Azteca. Mas teriam sido mesmo um parentesco com os Maias e os Aztecas, ou mais provavelmente com uma raça muito mais antiga do que elas?

 

Aqui, as ruínas muito antigas de Pueblo Grande, também nos EUA, igualmente atribuídas aos "Hohokans". Em todas essas ruínas foram encontrados artefatos de borracha (elaborados com um tipo de látex originário do MÉXICO) e também sinos fundidos em cobre, denotando assim uma avançada estrutura tecnológica e social.

 

E nessa sensacional imagem, vemos as espantosas ruínas do fantástico (e muito pouco conhecido) complexo de Pueblo Bonito, ainda nos EUA. Todas essas ruínas situadas naquele país são classificadas como "Assentamentos" - antigas cidades dos misteriosos e populosos povos que se presume tenham migrado desde a América Central e talvez mesmo da América do Sul. Pueblo Bonito, no Desfiladeiro de Chaco, se constitui em um complexo de edificações atribuídas aos "Anasazis" que em certa época abanonaram as suas moradias ABAIXO DO SOLO e ali se estabeleceram em vários andares protegidos por torres de obervação! Esse desfiladeiro, aliás, era cruzado por mais de 400 QUILÔMETROS de caminhos, ou estradas, e também dotado de enormes muralhas artificiais em forma de "D"!

 

Todavia, a verdade seria bem outra. Hohokans, Mogollons, Anasazis e outros pomposos nomes devem ter sido, de acordo com todas as evidências, UMA ÚNICA RAÇA que, migrando de algum lugar, se estabeleceu desde o sudoeste dos Estados Unidos. Tudo demonstra que uma antiqüíssima e misteriosa raça branca esteve de fato presente por todas essas regiões do planeta, originária por sinal de uma cultura muito mais remota e que se perdeu na noite dos tempos. Na foto, você vê a intrigante estátua de um homem branco e barbado, encontrada em Las Ventas (berço da desconhecida civilização Olmeca) e datada de um período que antecedeu em muito a chegada dos conquistadores espanhóis às Américas!

 

E, assim sendo, NADA impede que tais antigos povos tenham igualmente chegado ao atual território brasileiro e aqui se estabelecido em épocas muito recuadas! Bernardo Silva Ramos, arqueólogo pioneiro nessas pesquisas, descobriu em várias partes do Brasil, literalmente de norte a sul, monumentos e estranhos sinais que atestam esse fato. Os caracteres da foto foram encontrados em Itacoatiara - entre os Estados de Amazonas e Pará, e portanto não confundir com Itacoatiara do ingá, na Paraíba. Bernardo acreditava que tinham origem semítica, ou mais precisamente fenícia.

 

A suposta tradução dos imensos sinais no topo da Pedra da Gávea, Rio de Janeiro, são também de autoria de Bernardo Silva Ramos tendo-os atribuído a uma citação que seria: "Tiro, Fenícia. Badezir, Primogênito de Jethbaal". Contudo, sabe-se que Bernardo não subiu ao topo da Pedra da Gávea e copiou tais caracteres (vistos na parte superior da ilustração) à distância, desde a base da montanha - ou seja, 847 metros abaixo. Quem esteve lá em cima sabe que tais caracteres jamais foram fenícios ou mesmo pertencentes a qualquer língua extinta conhecida. E além do mais a cinta de inscrições é muito maior do que isso. E até mesmo existem várias outras que aquele pesquisador não viu! Contudo, esses involuntários enganos não invalidam o trabalho pioneiro e extremamente valioso de Bernardo.

 

O Coronel inglês Percy Fawcett foi, porém, muito mais longe. Suas pesquisas permitiram concluir que nas selvas brasileiras estariam estabelecidos os vestígios de antigas COLÔNIAS ATLANTES, talvez ainda habitadas! Fawcett seguia pistas muito seguras quanto à existência dessas edificações misteriosas e em 1925 desapareceu sem deixar vestígios lá pelas proximidades da Serra do Roncador, Mato Grosso, quando buscava uma das entradas para os "mundos subterrâneos" habitados por uma estranha raça, considerada como "deuses" pelos indígenas!

 

Algumas visões das paisagens da misteriosa Serra do Roncador, onde não só desapareceu o Coronel Fawcett como também seu filho Jack quando tentava encontrá-lo. Aliás, ela tem este curioso nome pelo fato de "as pedras roncarem", principalmente quando estranhos objetos voadores não identificados e muito luminosos a sobrevoam - como se certos portais literalmente se abram nas rochas para que eles entrem! Ainda hoje território dos outrora ferozes indios Xavantes e Bororós, guardiães desse local que para eles é sagrado, as tradições dizem que em épocas muito recuadas os fugitivos da Civilização Inca ali penetraram nos bolsões subterrâneos unindo-se harmoniosamente aos remanescentes atlantes que há milênios fundaram suas cidades no interior da Terra.

 

Outro recente pioneiro nas pesquisas arqueológicas efetuadas no território brasileiro, o arqueólogo Marcel Homet que sabiamente escreveu "É necessário trazer a descoberto o verdadeiro núcleo do mito, da saga e da lenda". Partidário também da colonização atlante nos territórios das Américas, dedicou mais de 30 anos da sua vida em expedições pela África, todo o Oriente e notadamente a América do Sul. Especialmente no Amazonas, pode juntar as peças de um quebra-cabeças que ligam todos os povos antigos a uma única cultura, muito mais antiga, que se disseminou através do mundo! Nas selvas brasileiras ele encontrou estreitos laços com essa perdida cultura, proveniente segundo constatou, de um continente que se estendia entre o Velho e o Novo Mundo há cerca de 20 ou 30 mil anos!

 

Na foto, a Professora Niede Guidon, arqueóloga, membro da Escola de Ciências Sociais da França e da Universidade Estadual de Campinas, que mais recentemente foi a responsável pela maior descoberta arqueológica efetuada no Brasil, provando que os nossos remotos e desconhecidos habitantes aqui se estabeleceram em épocas que alcançam mais de 32 MIL ANOS! As suas notáveis pesquisas em mais de 250 cavernas e diversos sítios arqueológicos forçam uma urgente revisão das teorias de "ocupação recente" da própria América do Sul! A brilhante arqueóloga foi porém mais longe: tal antigüidade é bastante superada uma vez que seus estudos anteriores comprovaram que o homem viveu aqui há 43 mil anos, em Goiás, e há cerca de 150 MIL ANOS em Itaboraí!

 

Não restam mesmo quaisquer dúvidas! Toda a Terra foi habitada (ou colonizada) em tempos muito recuados por desconhecidas civilizações. Na foto, você vê um estranho mural que foi miraculosamente preservado nas ruínas de Akhet-Aton - atual Amarna, Egito - a "Cidade do Horizonte" fundada pelo imortal faraó Akhenaton da XVIII Dinastia e impiedosamente destruída pelos corruptos sacerdotes de Amon. Esta imagem nos mostra um personagem misterioso, portador de traços fisionômicos divergentes do tradicional tipo egípcio, e que por sinal não fazia parte da família real daquela época, usando adereços e toucado incomuns no Antigo Egito - e além de tudo dotado de três braços! Não que necessariamente o verdadeiro personagem retratado tivesse três braços, porém é um simbolismo e os egípcios eram bastante sutis nos seus bem elaborados simbolismos. E nesse caso em particular, o sinal trino torna-se bastante significativo! Note-se ainda que o personagem está ostentando um objeto desconhecido nas mãos e que obviamente ele não se trata de nenhuma divindade uma vez que em Akhet-Aton somente se adorava o Verdadeiro Deus - O Deus Universal. Pode ser, aliás muito provavelmente, que se trate de uma reverência aos antigos iniciadores daquele país. O o que, para sermos mais claros e diretos, em outras palavras significa o mesmo que ATLANTES!

 

 

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