Home

NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

BRUMAS

"O besouro não pode voar, segundo as matemáticas. Mas o besouro ignora todas as matemáticas, faz pouco caso delas, e voa..."

(Sikorsky - O inventor do helicóptero, ao contestar os sempre presentes céticos que diziam ser impossível o seu revolucionário invento voar ou até mesmo sair do chão)

 

E assim como eles diziam que o protótipo do helicótero (que aliás já fora idealizado por Leonardo da Vinci bem antes de Sikorsky) jamais poderia sair do chão, acreditamos que será preciso urgentemente, e de uma vez por todas, rejeitar os céticos e os conformistas, revisando todos os nossos ultrapassados conceitos de História e notadamente da Pré-História! Essa bela obra de arte está situada no Turquestão..... precisamente no interior de uma caverna e foi produzida exatamente pelo chamado "homem pré-histórico", ou em outras palavras, "um homem das cavernas"!!!! Não é mesmo surpreendente?

 

Nesta outra foto, uma impressionante visão das ruínas pré-históricas de Kish, na Mesopotâmia. É possível imaginar seres rudimentares, "meio-macacos", construindo cidadelas assim como esta?

 

E a prova talvez mais relevante de que uma raça muito evoluída surgiu repentinamente no Egito em tempos muito recuados está neste mural descoberto em uma "Mastaba" - nome como os arqueólogos chamam as primitivas sepulturas do Período Pré-Dinástico da História Egípcia. Pastores nômades e selvagens que escassamente habitavam as terras banhadas pelo Nilo poderiam, tal como se vê acima, já dominar (muito antes do surgimento das primeiras dinastias) tão perfeitamente a escrita e as artes, praticando ainda uma religião que se perpetuaria por vários milênios, muito tempo depois deles?

 

Além disso, há, inegavelmente, uma espantosa identidade - uma impressionante similaridade de estilo que jamais poderia ter sido mera coincidência - entre todas as enigmáticas ruínas do passado distante. Não só com relação às pirâmides que se espalham por quase todos os países do mundo, como também com relação aos modelos de certos monumentos igualmente intrigantes. Observe essas colunas que estão situadas em Chichén-Itza, México, obra de uma antiga civilização que precedeu aos Maias.......

 

Agora compare a notável semelhança existente entre aquelas colunas e estas - também elaboradas em blocos de pedras superpostas! Igualmente vestígios inexplicáveis de uma muito antiga e desconhecida civilização, elas se situam na Irlanda..... exatamente do outro lado do Oceano Atlântico! Isso denotaria que um povo muito antigo e misterioso certamente deve ter se espalhado por todos os continentes, muito provavelmente colonizando-os. Algo que inevitavelmente nos remete às lendárias Atlântida e Lemúria!

 

Na foto, um dos templos do enigmático e além de tudo suntuoso complexo de Tikal, também supostamente atribuído à Civilização Maia porém inegavelmente muito mais antigo do que ela! Todas essas ruínas das Américas Central e do Sul estiveram perdidas por séculos, talvez milênios, em meio às espessas selvas e somente foram descobertas graças a felizes acasos! Estima-se, porém, que existam centenas de outras ruínas semelhantes ainda a serem localizadas e devidamente desbravadas. Muitas surpresas poderão daí surgir, revolucionando assim toda a História conhecida! Sabe-se que fotografias aéreas e também as de satélites, tomadas em Yucatán e Guatemala, têm revelado centenas de pirâmides encobertas pelas selvas! Por que motivo não divulgam isso e até fingem que elas não existem?

 

Aliás, seria porque os historiadores, assim como também todos os arqueólogos, sabem que os Aztecas disseram aos conquistadores espanhóis que eram "filhos degenerados das civilizações brilhantes que os tinham precedido e que as pirâmides tinham sido construídas pelos "deuses" na origem do mundo"?

 

Os chamados "caracteres alfabéticos", ou talvez hieroglíficos, originários da extinta Civilização Maia, em número de 360, ainda são um mistério quase que total. Até hoje indecifrados, exceto no que tange à numeração, talvez tenham muitas coisas ocultas e sobetudo espantosas a revelar. Contudo, alguns dos pucos existentes Códices, manuscritos elaborados em peles de cabras deixados por aquela civilização, contêm (assim como já vimos nas páginas anteriores) imagens bastante expressivas que nos mostram as inconfundíveis imagens de avançadas formas de tecnologia, do mesmo modo que criaturas diferentes, máquinas voadoras e os estranhos "deuses" que usam vestimentas de astronautas. talvez tenha sido por isso que em julho de 1562, o famigerado bispo católico Diego de Landa, monge franciscano, muito embora sem conhecimento e considerando-os heréticos, destruiu na fogueira centenas deles (mais precisamente 224) que tinham sido resgatados das velhas ruínas pelos conquistadores espanhóis. O que todavia não impediu que alguns, digamos, mais "curiosos", fossem levados em surdina para o silêncio sepulcral do Museu do Vaticano! Bem mais recentemente, no início do Século XX, foi encontrado no Yucatán um Códice inteiramente novo que foi violentamente tomado das mãos dos seus descobridores, e antes que pudesse ser copiado ou fotografado - tal como acontecera no distante Século XVI - foi violentamente incinerado por desconhecidos! POR QUE? O que continha ele de tão perturbador e proibido? E a quem exatamente interessaria destruir o seu conteúdo?

 

Todavia, cientistas soviéticos anunciaram ter tido algum sucesso quanto à decifração dos hieróglifos maias. E foi precisamente em Palenque, onde uma lousa gigantesca (foto) retrata o famosos "Astronauta" pilotando um óbvio foguete à reação, que um deles encontrou a estranha descrição de "nove mundos subterrâneos", no qual reinaria em um deles um tal de HUN AHAV - também soberano de Vênus! Alguns outros ainda incompreensíveis e misteriosos sinais referem-se a "9 no alto para o céu; 9 em baixo para a Terra; 3 à esquerda para o Ocidente (oeste) e 3 à direita para o Leste"! Coordenadas para se chegar a algum lugar? Talvez! E pode-se considerar que tudo isso seja demasiadamente fantástico? NÃO, NÃO MESMO. Nada sabemos sobre o nosso perdido passado!

 

E aqui temos uma foto, tomada através do vidro de uma sala cirúrgica (talvez de alguma unidade militar secreta), que retrataria um legista pronto para examinar o cadáver de uma criatura humanóide alienígena, resgatada a partir de uma acidente com o OVNI que tripulava. As poucas informações que temos não citam o local ou mesmo o país do impacto do UFO contra o solo, tampouco as condições em que isso teria ocorrido. Sabe-se apenas o ano do tal evento: 1954.

 

O que aliás não é novidade nenhuma, uma vez que desde aqueles tempos até hoje, tais máquinas desconhecidas continuam a nos espreitar sem a menor das cerimônias! Acima, mais uma recente foto do módulo SOHO de prospecção solar, como sempre seguido de perto por elas. O objeto desconhecido é o ponto brilhante visto na parte inferior do defletor do módulo.

 

E não se alegar que sejam efeitos espaciais, manchas na película ou "ilusões de óptica" - que aliás as sensíveis câmeras fotográficas do SOHO, assim como todas demais, mesmo as nossas mais baratas, seriam incapazes de produzir! Espaçonaves desconhecidas espreitam mesmo o nosso Sistema Solar e parece que se mostram bastante curiosas com o módulo de prospecção solar. Esta foto, que nos mostra um nítido UFO em ascensão, foi tomada em 12 de setembro de 2002.

 

Em 2 de outubro deste mesmo ano, outro UFO flagrado pelas câmeras do SOHO!

 

E este outro, visto em detalhe na ampliação, foi fotografado no dia 9 do mesmo mês! Como negar evidências tão gritantes como essas? (FOTOS SOHO: NASA, por especial cortesia do nosso visitante Silvio Guerrinha - Portugal)

 

O insólito, porém, não está somente atuante no nosso passado ou no espaço sideral. Ele também se manifesta no tempo, no próprio ar, nas mais variadas dimensões e nos seus intrincados meandros. Anjos existem? Veja essa foto recentemente obtida por pessoa da mais alta idoneidade nos EUA. O original está à esquerda. Ao observar uma estranha formação nas nuvens a jovem não hesitou em fotografá-la. No quadro da direita, reforçamos o brilho e o contraste para melhor a examinarmos.

 

Sem estarmos satisfeitos, colocamos agora a imagem em negativo, e mais reforçada, à direita. Não há a menor dúvida! Sem qualquer possibilidade de ter ocorrido alguma fraude, podemos constatar que seja lá o que for que se manifestava entre as nuvens naquela ocasião era algo bem mais denso e portanto não fazia parte delas. ERA, PORTANTO, ALGO REAL! Mas de onde teria vindo e exatamente o QUÊ ERA? Tinha razão William Shakespeare quando escreveu que existem muito mais coisas entre o céu a terra do que possa imaginar a nossa vã filosofia?

 

CLIQUE NA IMAGEM ACIMA PARA VER MAIS FOTOS

 

Próxima Página

Página Anterior

Influxation (Mark Klem)