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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

A DAMA MISTERIOSA DO SILÊNCIO

"Pois as distâncias não existem para a recordação; e somente o esquecimento é um abismo que nem a voz e nem o olho podem atravessar. E entre teu saber e a tua compreensão, há um caminho secreto que precisas descobrir antes de te tornar Um com os outros e, portanto, Um contigo mesmo. Não, meu amigo, todas essas coisas estão respondidas mesmo antes de serem perguntadas e, tal como nos teus sonhos, realizam-se antes mesmo que durmas"

(Gibran Khalil Gibran)

 

Estátuas do príncipe Rahotep e sua esposa Nofert, IV Dinastia egípcia, cerca de 2600 anos antes de Cristo, provavelmente filhos do faraó Sneferu. Quando foram encontradas em 1871, em um túmulo situado em Meidum, os trabalhadores fugiram apavorados em razão do intenso e misterioso brilho que emanava dos olhos incrustados em pedras preciosas dessas antigas personagens. Porém, o mais importante que se deve ressaltar é justamente a tipologia do casal pois são padrões humanos totalmente diferentes dos egípcios tradicionais......

 

..... Observe-se que ambos têm caracteres étnicos, diríamos, ocidentais. Rahotep inclusive usa bigode, o que, aliás, é inédito em Egiptologia. Muito embora os egípcios retratassem os homens sob uma coloração escura e as mulheres em tonalidade rósea, note-se ainda que ambos inegavelmente pertencem a uma raça branca! Uma misteriosa raça de origem desconhecida que predominou nos primórdios da civilização egípcia e se perpetuou pelas mais antigas dinastias - responsável inclusive pelo súbito, extraordinário e inexplicável progresso daquela civilização!!!

 

E os vestígios muito antigos dessa desconhecida raça espalham-se por todos os lados na milenar e sagrada terra do Egito! Na foto, uma imagem pouco divulgada de um curioso templo situado em Gizé. Note-se que a sua arquitetura difere bastante dos tradicionais padrões ali comumente encontrados. Ele é compacto e desprovido das tradicionais colunas. Assemelha-se muito ao que encontramos na distante Meroé, Sudão. Provavelmente a antiga raça que colonizou tanto Meroé quanto o território do atual Egito tinha mesmo origens comuns, assim como as fortes evidências o atestam. E ao que tudo indica, das duas culturas, que foram separadas por durante longo tempo a que se estabeleceu no Egito progrediu muito mais do que a de Meroé, aprimorando principalmente as suas sofisticadas técnicas de arquitetura!

 

Além de utilizarem a mais avançada e bem elaborada forma de escrita de toda a antigüidade, que por sinal tinha um triplo sentido, sendo que o terceiro deles era o oculto e somente interpretado pelos mais altos iniciados, podemos deduzir para mais além a origem dessa antiga e misteriosa raça que, segundo a Tradição, era Atlante e refugiada do grande cataclismo que submergiu aquele perdido continente. Contudo, os símbolos falam por si. Os próprios cartuchos nos quais os nomes dos soberanos eram gravados inegavelmente são símbolos cósmicos. E note-se que bem acima deles existem os hieróglifos que simbolizam as estrelas do céu e que por sinal também significavam um determinativo para "sabedoria, ensinamento, origem". E, para sermos claros e diretos, a Tradição Iniciática nos diz claramente e sem quaisquer subterfúgios que a Atlântida foi fundada por seres extraterrestres!

 

Não podemos pensar de outra forma! Inegavelmente os conhecimentos científicos, matemáticos e astronômicos, dentre tantos outros que sequer podemos imaginar , somente poderiam ter surgido assim tão repentinamente a partir da chegada de uma raça muito evoluída às terras banhadas pelo Nilo. Naqueles tempos, existiam até mesmo estranhos e bizarros animais - tal como este retratado em um mural, encontrado no interior de uma tumba muito antiga no Vale dos Reis. Um gato, um coelho, uma curiosa mistura dos dois; ou então o quê exatamente? Aliás, se você não sabia, fique sabendo que o Ocultismo, isto é, a Ciência Secreta, Hermética, (diga-se de passagem digna da mais alta credibilidade) afirma que o gato foi uma criação artificial dos sacerdotes egípcios - produzida com finalidades mágicas e domésticas a partir da manipulação genética dos grandes felinos!

 

Uma tecnologia impossível naqueles tempos? E por que não? Os magos e sacerdotes egípcios eram doutores absolutos não só nas artes da vida, a Medicina, como também na Tanatologia - a Ciência da morte! Lembremos que além da utilização dos antibióticos e vacinas, já por eles empregados há muitos milênios antes de a nossa moderna Ciência os redescobrir, certas poções e fórmulas secretas, largamente empregadas nas técnicas da mumificação, incrivelmente mantinham a elasticidades dos tecidos corporais, igualmente preservando VIVAS as células dos antigos soberanos! Isso, a menos que nos provem o contrário, é Ciência Genética pura.... Tratando-se de algo que óbvia e certamente veio de algum outro lugar!

 

Aliás, a nossa moderna indústria química e também os egiptólogos gostariam muitíssimo de saber a respeito de duas bastante incômodas "pedras nos seus sapatos". A primeira: como exatamente pinturas murais tão perfeitas e multicoloridas puderam ser gravadas nos soturnos interiores dos templos e também nos mais profundos túmulos subterrâneos, escavados por centenas de metros rochas adentro, sem o necessário auxílio da iluminação elétrica? A segunda: qual o segredo para se fabricar tintas que permanecem inalteráveis por durante 6 mil anos ou mais, sem perder o brilho, o viço e o frescor - como se tivessem sido empregadas ontem mesmo?

 

Na foto, a representação da deusa Hator em uma colossal estátua no templo de Hatshepsut, em Deir-El-Bahari. No seu aspecto esotérico Hator era a deusa do amor, da felicidade e das coisas boas da vida. No seu simbolismo oculto, porém, e assim como todos os demais deuses do panteão egípcio, tinha um significado muito mais elevado: o seu profundo e simbólico mistério velava a personificação do Sol cósmico, ou a Luz Primária, o próprio coração do nosso Zodíaco - a Constelação de Leão! Portanto, será preciso em primeiríssimo lugar lembrar que os antigos egípcios jamais exprimiram a sua imensa sabedoria por intermédio de discursos ou sofismas, mas sim pelo SILÊNCIO - pela visão provocada e principalmente pela magia maravilhosa contida no simbolismo!

 

E assim como este nosso Site já lhe provou por centenas de vezes, a "dama misteriosa do silêncio" verdadeiramente grita! E não é somente no Egito que se encontram os traços dessas antigas e muito evoluídas raças que um dia habitaram a Terra. As imagens, os fatos, e até mesmo os simbolismos falam por si! Na foto, as intrigantes e também pouco divulgadas ruínas de Didyma, Turquia. Sua verdadeira antigüidade, bem como a identidade dos seus construtores são motivos de muitas controvérsias - porém todas inócuas, inconsistentes e, como sempre, sem as devidas respostas. Aguardemos, portanto, o tão esperado momento da verdade no qual, conforme desde muito já está escrito, nada daquilo do que está oculto deixará de ser finalmente revelado!

 

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