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NOS DOMÍNIOS DO REALISMO FANTÁSTICO

UM ARCHOTE NO TEMPO

"Guiam-nos duas quase certezas: a nossa época pré-histórica foi precedida por uma civilização muito avançada; a aventura cósmica que vamos viver foi vivida por outros seres humanos. É absurdo, ilógico, raciocinar a partir de antepassados inferiores ridículos, desprovidos de inteligência e mesmo de instinto. A Tradição e o bom senso militam a favor de antepassados superiores que tenham cumprido uma cadeia completa de evolução antes de soçobrar, devido a um cataclismo atômico que a ciência repudia, mas que é admitido pelos textos sagrados e pelas tradições"

(Robert Charroux)

 

Na foto, apenas uma das chamadas Táboas de Glozel, descobertas em 1924 por Émile e Claude Fradim - na França, em um lugarejo do mesmo nome. Este surpreendente achado arqueológico, que apesar de os conformistas radicais (como sempre confortavelmente sentados nos seus gabinetes) terem tentado desmoralizar é indiscutivelmente autêntico. Naquele importante sítio arqueológico foram encontradas - além de jóias, cerâmicas e estranhos ídolos que retratavam criaturas desconhecidas - dezenas de táboas semelhantes que remontam a um passado de 15 mil anos, o chamado Período Magdaleniano. O mais chocante de tudo é que, segundo a Ciência clássica, naqueles remotos tempos somente existiam criaturas bárbaras e semi-primatas que desconheciam a escrita e também os rudimentos da civilização. Os caracteres alfabéticos, muitos deles semelhantes às letras atuais, são também entremeados por outros que muitas vezes estão presentes nas estruturas externas e também nos interiores dos UFOs!

 

Nessa ilustração de nossa autoria, os impressionantes detalhes da estranha criatura retratada na face sul da Pedra da Gávea, Rio de Janeiro, a qual batizamos de "O Gigante Verde". Sim, é de fato verde e foi literalmente queimado na rocha bruta, em um passado remotísismo, por centenas de metros de altura e mediante o emprego de tecnologia desconhecida! E além do mais usa capacete com símbolo solar; uma espécie de macacão; botas; e também apresenta características insólitas - tais como o tamanho desproporcional dos braços e a fisionomia diferente da espécie humana......

 

.... E que por sinal nada mais é do que a imagem de corpo inteiro daquela desconhecida criatura cujo imenso rosto é esculpido no topo daquela alta montanha, a quase 900 metros de altitude e repleto de misteriosas inscrições! O "Gigante Verde" está situado precisamente na curiosa estrutura montanhosa vista à esquerda da foto, e que chega a quase dois terços do topo. Aqui, também, os conformistas atribuem tudo isso à "erosão", ou outros por vezes aos "Fenícios" que supsotamente teriam estado no Brasil, e assim deixam entregue ao vandalismo e ao Deus-dará esse importante repositório arqueológico, oriundo de um passado muito distante e que sem qualquer sombra de dúvida esconde a presença de civilizações muito evoluídas e inteiramente desconhecidas..... E principalmente - o que talvez seja o mais embraçoso - além de tudo detentoras de uma avançadíssima tecnologia a qual permitu fazer tudo isso.

 

Nas grutas australianas, o chamado "homem das cavernas" gravou para a posteridade a estonteante imagem que é fielmente reproduzida acima. Um perfeito astronauta dotado de capacete, cinto e roupa especial. Jamais poderia ter sido uma divagação ou o mero fruto da imaginação do antigo artista!

 

E qual seria a diferença entre esta fotografia e a imagem acima, ambas separadas por milhares ou talvez milhões de anos de distância? Se você respondeu NENHUMA, acertou em cheio! Esta impressionante e além de tudo autêntica foto não foi tomada por nenhum gozador ou um simples brincalhão. Seu autor foi o oficial da polícia norte-americana Jeffrey Grenhaw que atendera na noite de 17 de outubro de 1973 ao desesperado chamado telefônico de uma mulher que relatara o pouso de uma nave espacial em Falkville. Nas proximidades do local indicado, o atônito policial na sua viatura deparou-se frente a frente com essa criatura trajando capacete e veste metalizada, que desapareceu imediatamente em meio ao matagal. Não há qualquer fraude. A foto foi tomada com a câmera de serviço da própria polícia, destinada a registrar as ocorrências no plantão de cada agente!

 

Homens-Pássaros, Homens-Voadores ou como quer que as antigas tradições os chamem, eles existiram realmente em um passado muito distante. Aqui nesta foto, vemos curiosos petróglifos estampados na Ilha de Páscoa, retratando de modo estilizado o que hoje os atuais habitantes ainda reverenciam como os "Homens- Pássaros" que foram conhecidos pelos seus remotos ancestrais!

 

E aqui, a surpreendente imagem do crânio de uma múmia Inca, ostentando nada menos do que dois implantes dentários, uma técnica somente nos dias atuais descoberta e praticada com sucesso pela nossa mais avançada Odontologia.... Mas que era corriqueira e até mesmo bastante difundida muitos milênios antes dos Incas e dos Maias, precisamente no Antigo Egito! Nesse caso em particular, surpreende pelo fato de ter sido utilizado um material resistente e compatível - imune à rejeição - e além de tudo a perfeita técnica de alojamento nos maxilares superior e inferior! E foi provado que tais próteses não foram colocadas no processo de mumificação. Seu usuário viveu longo tempo com ela! Mas QUEM transmitiu tais técnicas a esses antigos povos?

 

A Pedra da Roseta, gravada durante o período decadente da história do Antigo Egito, quando os gregos governaram o país, foi uma homenagem dos sacerdotes de Menfis a Ptolomeu V, no ano 195 D.C. Naquela época o uso dos tradicionais e sagrados hieróglifos já estava abolido, porém nessa homenagem a pedra foi lavrada contendo a tradução em demótico (centro) e grego (abaixo). Foi graças a esse fato que Jean-François Champollion em 1822 conseguiu obter as chaves para a decifração da escrita hieroglífica, através das devidas comparação com o idioma grego. Antes disso, porém, dezenas de pretensos sábios se arvoraram nessa façanha, fazendo as suas estapafúrdias "traduções" sem qualquer conhecimento de causa e que por sinal achavam ser a mais sacrossanta das verdades. O mesmo acontece hoje com os enigmas arqueológicos espalhados por todo o nosso pequeno planeta, quando as gritantes evidências são ignoradas ou mesmo rejeitadas por aqueles que, igualmente sem qualquer conhecimento de causa, se apegam e até mesmo impingem as suas velhas e carcomidas teorias, que por sinal fazem o horror dos nossos pobres estudantes. Precisa-se, pois, urgentemente de um novo Champollion!

 

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